Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Geral

Estoques agrícolas crescem em 2014, mostra IBGE

Os estoques das principais culturas da agricultura brasileira cresceram em 2014, em relação a 2013.

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Estoques agrícolas crescem em 2014, mostra IBGE

Os estoques das principais culturas da agricultura brasileira cresceram em 2014, em relação a 2013, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa de Estoques. A exceção foi o arroz, que apresentava estoque 4,6% menor em 30 de junho de 2014 na comparação com a mesma data de 2013.

O maior estoque nacional é o de soja, que chegou a 20,68 milhões de toneladas em 2014, com um crescimento de 0,6%. Já o milho teve uma alta de estoques de 20,3% com 10,35 milhões de toneladas. O arroz teve estoques de 4,81 milhões de toneladas, apesar da queda.

O trigo teve a maior expansão de volume estocado – 75,3% – acima do registrado em 2013, totalizando 3,04 milhões de toneladas neste ano. O café também teve aumento nos estoques, de 35,8%, e chegou a um total armazenado de 1,17 milhão de toneladas.

O número de estabelecimentos ativos disponíveis para estocagem cresceu 0,1% em relação ao ano anterior. São 9.142 unidades contabilizadas, das quais 4.145 estão no Sul e apenas 30, no Norte.

A maior parte dos estabelecimentos pesquisados (80%) pertencia à iniciativa privada, enquanto o governo tinha 2% e as cooperativas, 17,2%. Empresas de economia mista detinham 0,8%. O comércio, desconsiderando os supermercados, respondia por 26,9%; os serviços de armazenagem, 25,4%; os estabelecimentos de produção agropecuária, com 23,1%; e a indústria, com 21,4%. Os supermercados eram 3,2% dos estabelecimentos.

O Brasil tem capacidade instalada para 163,6 milhões de toneladas e estocava 41,6 milhões em 30 de junho deste ano. Em relação a 2013, essa capacidade cresceu 1,6%, com alta de 3,17% na capacidade útil dos silos e 1,6% nos armazéns graneleiros e granelizados. Os armazéns convencionais, estruturais e infláveis retraíram a capacidade em 1,5%.

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