Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Estoques agrícolas crescem em 2014, mostra IBGE

Os estoques das principais culturas da agricultura brasileira cresceram em 2014, em relação a 2013.

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Estoques agrícolas crescem em 2014, mostra IBGE

Os estoques das principais culturas da agricultura brasileira cresceram em 2014, em relação a 2013, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa de Estoques. A exceção foi o arroz, que apresentava estoque 4,6% menor em 30 de junho de 2014 na comparação com a mesma data de 2013.

O maior estoque nacional é o de soja, que chegou a 20,68 milhões de toneladas em 2014, com um crescimento de 0,6%. Já o milho teve uma alta de estoques de 20,3% com 10,35 milhões de toneladas. O arroz teve estoques de 4,81 milhões de toneladas, apesar da queda.

O trigo teve a maior expansão de volume estocado – 75,3% – acima do registrado em 2013, totalizando 3,04 milhões de toneladas neste ano. O café também teve aumento nos estoques, de 35,8%, e chegou a um total armazenado de 1,17 milhão de toneladas.

O número de estabelecimentos ativos disponíveis para estocagem cresceu 0,1% em relação ao ano anterior. São 9.142 unidades contabilizadas, das quais 4.145 estão no Sul e apenas 30, no Norte.

A maior parte dos estabelecimentos pesquisados (80%) pertencia à iniciativa privada, enquanto o governo tinha 2% e as cooperativas, 17,2%. Empresas de economia mista detinham 0,8%. O comércio, desconsiderando os supermercados, respondia por 26,9%; os serviços de armazenagem, 25,4%; os estabelecimentos de produção agropecuária, com 23,1%; e a indústria, com 21,4%. Os supermercados eram 3,2% dos estabelecimentos.

O Brasil tem capacidade instalada para 163,6 milhões de toneladas e estocava 41,6 milhões em 30 de junho deste ano. Em relação a 2013, essa capacidade cresceu 1,6%, com alta de 3,17% na capacidade útil dos silos e 1,6% nos armazéns graneleiros e granelizados. Os armazéns convencionais, estruturais e infláveis retraíram a capacidade em 1,5%.

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