Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,74 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 148,04 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,24 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,18 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,82 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,93 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,19 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
Destaque Todas Páginas
Tranformação

O “Velho Gessulli” está presente na transformação do frango caipira no Brasil

Apresentada ao Brasil por Oswaldo Gessulli, o frango de pescoço pelado substituiu a galinha caipira e hoje é visto com um dos futuros promissores da avicultura.

Compartilhar essa notícia
O “Velho Gessulli” está presente na transformação do frango caipira no Brasil

O “Velho Gessulli” está presente na transformação do frango caipira no BrasilFrango Caipira. Qual a primeira lembrança que vem à sua memória? Sim, falar de frango caipira é contar um pouco da história de cada um. Da suculenta polenta ao molho dessa iguaria até aos almoços de domingo com a família reunida, o frango caipira é tradição em praticamente todos os lares do País. Mas, poucos sabem qual a história dessa criação no Brasil, que tem como precursor Oswaldo Gessulli, fundador da Revista Avicultura Industrial.

Gessulli se dedicou a divulgar a avicultura no país e, em suas andanças país a fora, foi na França conheceu uma ave exótica, de pescoço pelado, criada a campo, com penas vermelhas ou pretas, altamente resistente, com carne rígida e muito saborosa. “Como nunca pretendi entrar na avicultura industrial, encantei-me com essa ave, conhecida na França como Label, pois logo vi que ela tinha a cara do Brasil tropical. Ela vem preencher o lugar da conhecida galinha caipira, extinta desde a década de 50, e vai povoar as fazendas, os sítios e as chácaras e quintais deste Brasil”, profetizou o criador em 1991, onde foi destaque na edição “O velho e a galinha”.

O tempo passou e o legado de Oswaldo Gessulli teve continuidade no país. Após 24 anos, o Brasil lança o marco regulatório para a criação dessa ave, uma notícia que reforça a visão transformadora do “velho das galinhas”, que com empreendedorismo e amor à avicultura ajudou na crescente evolução desse mercado ascendente no país. “Para o setor avícola progredir, o importante é cuidar dos animais como se fossem filhos da gente”, dizia o avicultor que formou uma granja, no início da década, onde cerca de 6 mil matrizes deram o ponta pé inicial a essa história promissora.

Oswaldo Gessulli passou pelo mundo e deixou sua marca enraizada em um dos setores mais promissores da economia nacional e internacional. O produto incentivado por ele agora tem um marco regulatório, intitulado “Avicultura: produção, abate, processamento e identificação do frango caipira, colonial ou capoeira”, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) – que define a criação e produção em escala dos frangos e galinhas caipiras e marca a história dessa ave no País assim incentivando mais produtores a investir no manejo.  “Onde anda o velho Gessulli?”, “- Na história da avicultura do Brasil!”.

Normatização

Os detalhes da recém-divulgada Norma sobre Produção, Abate, Processamento e Identificação do Frango Caipira, Colonial ou de Capoeira foi destaque na edição 1248 da Revista Avicultura Industrial.

A normatização do sistema de criação se caracteriza pelo uso de aves de raças e linhagens de crescimento lento, assim como com acesso a áreas livres para pastejo em sistema extensivo ou semiextensivo. Além disso, a publicação mostra que ração ofertada às aves é isenta de melhoradores de desempenho de base antibiótica. Antibióticos e anticoccidianos não podem ser utilizados preventivamente.

Acompanhe com exclusividade o panorama do crescimento desse nicho de mercado com a opinião de produtores que atuam com esse tipo de criação, cuja demanda tem crescido impulsionada principalmente por alguns dos principais Chefs de cozinha.

Leia a matéria na íntegra pelo seu smartphone, desktop ou tablet AQUI .

Essa matéria foi uma sugestão do nosso leitor Fernando Thomas Arruda. Thomas também é produtor e entusiasta da avicultura  caipira é responsável também pelo site http://ovocaipira.eco.br/

Assuntos Relacionados Brasil
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329