Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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ASAASC

Associação de Agroindústrias Alimentícias de Santa Catarina será lançada no dia 1º de julho

O lançamento está programado para o dia 1º de julho (sexta-feira), com apresentação à imprensa às 9 h da manhã, na Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e com solenidade, às 19hs, no salão de festas do restaurante Nativa, em Chapecó.

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A união de 15 pequenos frigoríficos do grande oeste catarinense, que juntos faturam mais de R$ 50 milhões ao ano, motivou a criação da Associação de Agroindústrias Alimentícias de Santa Catarina (ASAASC) da marca Saborense, desenvolvida com apoio do Sebrae/SC e do Instituto Nacional da Carne Suína (INCS). O lançamento está programado para o dia 1º de julho (sexta-feira), com apresentação à imprensa às 9 horas da manhã, na Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e com solenidade, às 19hs, no salão de festas do restaurante Nativa, em Chapecó.

A rede é sediada no município de Concórdia e tem como objetivo inicial centralizar os pedidos de compras dos associados e, com o aumento de volume, garantir melhores margens de preços. “Com isso, alcançamos redução do custo operacional que, individualmente, muitos não poderiam obter. O grande diferencial, além do ganho econômico individual que fica na média de 18%, é o fato de o atendimento aos fornecedores ser realizado num único local, aumentando o tempo que os associados podem dedicar às suas empresas”, ressalta o presidente do INCS, Wolmir do Souza.

Segundo Souza, a estrutura conta com um Centro de Distribuição onde os produtos adquiridos são faturamos diretamente aos associados, sem incremento de valor, o que reduz o custo de frete, pois é utilizado o sistema de transporte das próprias agroindústrias.  Dentre outras, as principais vantagens são: os  ganhos a partir da diminuição dos custos operacionais com insumos e equipamentos, a cooperação entre os empresários com troca de experiências e negociações entre si, a discussão e participação em conjunto da busca por oportunidades e superações de dificuldades, formando um grupo político e economicamente  forte e representativo.

 Além da diminuição dos custos e posterior aumento dos ganhos, a rede de frigoríficos possibilita maior visibilidade e aumento das oportunidades das pequenas agroindústrias por meio de uma padronização de produtos e processos capazes de, juntas, buscarem espaço na mídia regional e estadual e desfrutarem de novas oportunidades de mercado. “Este trabalho associativo e tecnicamente correto e nivelado às grandes indústrias asseguraram ao consumidor qualidade, disponibilidade de produto e uma característica cultural e familiar que é específica deste segmento”, completa Souza.

 A iniciativa surgiu movida pela necessidade e pelas alternativas já existentes em outros setores da economia. “Fomentado entre os princípios e objetivos do SEBRAE, reunimos um grupo de interessados e participamos do repasse da metodologia, já utilizada em outros segmentos econômicos com sucesso. O processo tem a duração de aproximadamente um ano, com encontros periódicos, que buscam fortalecer as relações e o aprendizado”.

O coordenador regional oeste do Sebrae/SC, Enio Albérto Parmeggiani, realça que a criação de centrais de negócios, como a de pequenos frigoríficos, faz parte de ações apoiadas pelo Sebrae/SC para promover o desenvolvimento dos pequenos negócios e do território onde estão instalados. “A organização dos segmentos industriais é uma forma de associativismo que auxilia as empresas a ampliar a participação no mercado em que atuam. Além de fortalecer o poder de compras, os frigoríficos poderão compartilhar recursos, combinar competências e, com isso, oferecer produtos com qualidade superior e diversificada, oferecendo novas possibilidades ao mercado”.

Frigoríficos associados:

  •     Frigorífico  Santa Fé, Itapitanga;
  •     Frigorífico  Samar, São João do Oeste;
  •     Frigorífico Cedro Frigor, São José do Cedro;
  •     Letavo Alimentos, Guaraciaba;
  •     Frigorífico Santim, Quilombo;
  •     Frigorífico Lussisa, Chapecó;
  •     Bisol Alimentos, Irani;
  •     Friprando, Jaborá;
  •     Frigorífico Mattei, Concórdia;
  •     Frigorífico Loss, Lindóia do Sul;
  •     Frigorífico Helbing, Ipumirim;
  •     Frigorífico Arabutã, Arabutã,
  •     MSM Alimentos, Seara;
  •     Frigolaste, Seara;
  •     Sol Alimentos, Itá.
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