Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,60 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 152,45 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,60 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,50 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,68 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 138,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 140,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,57 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 143,13 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,06 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,08 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,21 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.476,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 138,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,69 / cx
Apreensão

Fiscalização apreende 530 Kg de carne clandestina no Tocantins

Foram identificados dois locais clandestinos de abate de bovinos e suínos sem registro no serviço de inspeção

Compartilhar essa notícia
Fiscalização apreende 530 Kg de carne clandestina no Tocantins

A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) realizou na manhã de terça-feira (24/01), ações de fiscalizações e combate ao abate clandestino de animais, no município de Lajeado (TO) a 50 quilômetros da capital, onde foram identificados dois locais clandestinos de abate de bovinos e suínos sem registro no serviço de inspeção oficial e fora das normas higiênicas-sanitária. Em um dos pontos, a equipe apreendeu 530 quilos de carne improprias para o consumo que foi encaminhado para o aterro sanitário de Palmas e o proprietário multado em R$ 5 mil reais.

De acordo com o inspetor de defesa agropecuária da Adapec, Jean Paulo Galletti, a ação foi para atender uma denúncia anônima por meio do disque-defesa da Agência de que havia abate clandestino de bovinos nestes dois locais. “Estivemos no primeiro ponto que fica próximo da cidade e identificamos vestígios de abate com uma estrutura precária e sem nenhuma condição de higiene. Ali explicamos o motivo da ação ao proprietário da chácara e emitimos um termo de orientação e adequação às normas legais para funcionamento de matadouro”, contou Jean.

O outro local clandestino de abate foi localizado numa fazenda a 9 quilômetros do centro da cidade. Lá foi feito o flagrante de abate clandestino de dois bovinos e um suíno. Na fazenda o proprietário abatia os animais e comercializava a carne no comércio local. O ambiente não possuía estrutura adequadas para abate e foi possível verificar a presença de animais (cachorro) e aves (urubus), vísceras em contato com o chão, carne em contato com madeira, escoamento de sangue jogado diretamente no solo. “Não tem a mínima condição sanitária para abater animais ali”, destacou o inspetor.

Embora o proprietário tenha alegado que abatia de dois a três animais por semana, a equipe da Adapec verificou que ao lado há um “cemitério” de mais de 300 carcaças (cabeças) de animais. Outra coisa que chamou a atenção dos inspetores e fiscais foi a falta de condições de bem estar dos animais nos dois locais o abate é feito com uso de machados e marretas. “O presidente da Adapec, Humberto Camelo ressaltou que a Agência vem cumprindo seu papel de fiscalizar e combater o abate clandestino de animais. “Nosso objetivo é garantir que o consumidor adquira produtos cárneos dentro das normas de segurança alimentar com qualidade e que não coloque em risco sua saúde”, pontuou ele.

 

Assuntos Relacionados
Carnesuinos
Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344