Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,74 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 148,04 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,24 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,18 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,82 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,93 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,19 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Manejo

Burocracia inviabiliza manejo de javalis em SP, critica SRB

Nova resolução, divulgada no Diário Oficial na última sexta-feira (10), impõe aos produtores rurais novas burocracias

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Burocracia inviabiliza manejo de javalis em SP, critica SRB

A Resolução Conjunta SAA/SMA 1, que estabelece novos procedimentos para o controle e manejo de javalis em São Paulo, é uma nova barreira para a erradicação desse problema para o agronegócio, na avaliação da Sociedade Rural Brasileira (SRB). Divulgada no Diário Oficial na última sexta-feira (10), a Resolução impõe aos produtores rurais novas burocracias, segundo a entidade, e “cria um cenário de insegurança e falta de critério”.

A SRB informa que reconhece a tentativa das secretarias de Agricultura e Meio Ambiente para remediar o impasse, mas ressalta que a nova Resolução não modifica o caráter inconstitucional da Lei Estadual 16.784, sancionada pelo governador Márcio França. No último dia 31 de julho, a entidade ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF), reivindicando uma liminar para suspender os efeitos da lei.

Para a entidade, a Resolução Conjunta cria mais entraves aos produtores rurais à medida que exige dados detalhados da propriedade atingida pela espécie, como localização, diagnóstico da área, histórico de ocorrência de javalis e estimativa de dano. Com essa restrição, afirma a SRB, a medida inviabiliza o controle da espécie quando a caça começa em um local e termina em outro, muitas vezes fora dos limites da propriedade. “Procedimentos relacionados a cadastro e autorização deveriam ser restritos ao caçador, sem envolver as propriedades rurais”, diz Marcelo Vieira, presidente da SRB.

Outro ponto burocrático da nova Resolução, aponta a entidade, é o prazo de 30 dias para que o Departamento de Fauna da Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais da Secretaria do Meio Ambiente analise a documentação e autorize o manejo. “A espera de um mês é incompatível com urgência para exercer um controle mais efetivo sobre os javalis”, ressalta Vieira.

Segundo o presidente, a espécie se multiplica de forma exponencial, atacando animais silvestres, assoreando nascentes de rios, danificando o solo, destruindo lavouras e trazendo doenças ao ser humano.

A SRB enfatiza que a completa revogação da Lei Estadual 16.784 é a única solução viável para o impasse. De acordo com a entidade, a norma estadual não pode se contrapor a uma Lei Federal já existente. Na ADI em tramitação no Supremo, a SRB destaca que a Lei Federal de Proteção à Fauna nº 5.197 prevê a permissão da caça no Brasil quando os animais são considerados nocivos à agricultura ou à saúde pública, caso dos javalis. 

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