Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
Destaque Todas Páginas
E-Digital

Consulta pública é aberta para discutir inteligência artificial

População deve conhecer o E-Digital, estratégia brasileira que trata das mudanças na vida do país com o advento da inteligência artificial 

Consulta pública é aberta para discutir inteligência artificial

A Estratégia Brasileira para a Transformação Digital, o E-Digital, aprovada em março de 2018, sinaliza para a importância de tratar a inteligência artificial de maneira prioritária em razão de seus impactos na vida do País e das pessoas. E, agora, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações quer saber o que a população pensa sobre essas mudanças. O texto-base que estabelece o E-Digital no País está aberto para consulta pública até o fim de janeiro.

Essas conversas são indispensáveis, adiantam autoridades de todos os setores. É inegável que o grande aumento no poder dos computadores e no acesso a dados conduziram a avanços práticos e sucessos numa variedade de áreas tais como o diagnóstico de câncer, a automação dos veículos e dos jogos inteligentes. Igualmente inegável é o fato de que esses avanços exigem a formulação de políticas públicas. Por isso é que vários países do mundo, incluindo o Brasil, estão discutindo técnicas, jurídicas e éticas, sobre o uso da inteligência artificial, suas potenciais aplicações e interação com o ser humano nos processos de tomada de decisão.

O professor Gustavo Monaco, da Faculdade de Direito (FD) da USP, é especialista em Direito Internacional e estudioso do tema. Para ele, é preciso cuidado para que não haja aplicação inadequada da inteligência artificial. Monaco cita o exemplo da Estônia, pequeno país báltico de mais de 1 milhão de habitantes, que adotou o juiz-robô que emite decisões judiciais.

“A inteligência artificial tem que ser tratada como um recurso à disposição da melhoria da qualidade de vida e não como um fim em si”, alerta o professor. Por isso, a importância da participação da população, tomando conhecimento dos rumos que a tecnologia pode dar à sua vida. 

O documento-base, que está sob consulta pública até 31 de janeiro, propõe discussões sobre educação e capacitação; força de trabalho; pesquisa, desenvolvimento, inovação e empreendedorismo; aplicação pelo governo; aplicação nos setores produtivos e segurança pública. Também estão em discussão os chamados eixos transversais: legislação, regulação e uso ético; aspectos internacionais e governança de inteligência artificial. 

A consulta pública está disponível no portal www.mctic.gov.br 

Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329