Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Internacional

China amplia fornecedores globais e pressionará países como o Brasil

O Brasil é um dos maiores fornecedores do gigante asiático, principalmente no mercado de carnes

China amplia fornecedores globais e pressionará países como o Brasil

A China pode estar em busca de novos países para diversificar as origens de seu abastecimento interno. As medidas acontecem silencionamente, como forma estratégica de o gigante asiático não depender de poucos fornecedores e criar uma situação de dependência para todos esses. A informação é do Money Times, que avalia que o programa deve demorar.

A questão que se coloca, segundo o portal de notícias, é como os países que atualmente precisam da China para comprar seus excedentes – e excedentes desenvolvidos justamente para o destino asiático – vão se virar quando suas margens em volumes e faturamento começarem a ser corroídas pelos novos fornecedores? 

O Brasil é um dos maiores fornecedores do gigante asiático, principalmente no mercado de carnes. A avicultura brasileira é bem diversificada em termos de exportação, no entanto, o mesmo não se pode dizer do setor suinícola nacional. China e Hong Kong abocanham mensalmente mais da metade dos embarques brasileiros de carne suína. 

Nesse sentido, a notícia de que a China fez um acordo bilionário com o Vietnã para o vizinho incrementar sua produção de suínos chama a atenção. A carne é a preferida dos chineses, que veem seus estoques limitados devido à peste suína africana (PSA), que se encarregou de dizimar seu plantel e gerou a corrida para outras proteínas. E foi a base da explosão das importações de carne bovina do Brasil, além das de porco e de aves.

Conforme o Money Times, com a Argentina, o atual governo de Alberto Fernández acelerou vários acordos, inclusive com parte dos negócios bilaterais já sendo conduzidos em yuan, e promessas de investimentos no país. O vizinho brasileiro já era importante fornecedor à China, inclusive em soja, e tende a crescer sob a tutela de Pequim.

Domesticamente, os chineses também têm programas para fazer crescer a produção de açúcar, soja e proteína animal, especialmente em suínos. O Rabobank estima que em 2025, salvo novo revés com a PSA, o rebanho chinês volte aos níveis do início de 2018, quando a doença se instalou. O crescimento já constante mês a mês em 2020 – 31% em 11 meses -, sobretudo na ponta estratégica de matrizes, ainda que no cômputo de 2020 ainda ficará 17% menor.

 

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