Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,48 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 153,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,09 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,18 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 143,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.529,62 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,18 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,01 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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China importa cinco vezes mais milho e mercado reage com alta nos preços

A nível interno, analista diz que saca de milho pode bater os R$ 100 e tendência é de patamares mais altos até a entrada da safra de inverno

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China importa cinco vezes mais milho e mercado reage com alta nos preços

A importação de milho da China aumentou cinco vezes em janeiro e fevereiro ante o mesmo período do ano passado. Segundo a Administração Geral de Alfândegas do país asiático, o volume registrado foi de 4,8 milhões de toneladas.

De acordo com o chefe de grãos da Datagro, Flávio França, a alta nas importações chinesas é explicada por dois motivos. “Temos o reflexo, ainda que parcial, da recuperação do rebanho suíno afetado pela peste suína africana e também do acordo comercial entre China e Estados Unidos. Desde setembro de 2020, a China importou 19,3 milhões de toneladas de milho americano e terá a necessidade de comprar mais”, ressalta.

Segundo o analista, a forte demanda pelo cereal na China e em todo mundo, seguirá dando suporte aos preços na Bolsa de Chicago. “Desde o ano passado temos uma redução nos estoques norte-americanos e mundiais, que vem provocando sucessivas altas no mercado internacional. Acredito em preços sustentados até a entrada da nova safra americana. Até julho os preços podem oscilar, mas sempre em patamares mais altos”, projeta França.

A nível interno, o chefe de grãos da Datagro diz que a situação do mercado brasileiro de milho é ‘tensa’, onde o cenário é favorável ao produtor, mas negativa aos consumidores. “A saca negociada a R$ 100 que antes era um mito pode acontecer sim. Na verdade, quem vai dizer o teto de preços é o consumidor. O mercado vai chegar até onde o consumidor conseguir pagar. A situação para o mercado só deve se normalizar com a entrada da safra de inverno, que deve chegar de maneira tardia, a partir de julho”, diz.

Nesta segunda, 22, o indicador do milho do Cepea renovou a máxima histórica da série de preços. A cotação variou 0,59% em relação a última sexta, 19, e passou de R$ 93,3 para R$ 93,85 por saca. No acumulado do ano, o indicador valorizou 19,33%. Em 12 meses, os preços alcançaram 61,06% de alta.

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