Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,59 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,98 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,99 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,89 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.561,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.472,69 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 144,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,91 / cx
Destaque Todas Páginas
Exportação

Santa Catarina é o maior produtor e exportador de carne suína do Brasil

O estado bateu recorde com exportações de carne suína

Compartilhar essa notícia
Santa Catarina é o maior produtor e exportador de carne suína do Brasil

Em março, o agronegócio catarinense embarcou 55,7 mil toneladas de carne suína, faturando US$ 138,4 milhões – maior valor desde o início da série histórica em 1997. Números divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

A governadora Daniela Reinehr destaca a força do agronegócio catarinense na conquista de mais essa marca histórica: “O setor produtivo é o que move o nosso estado, gerando emprego, renda e desenvolvimento.

Nossa visão é de incentivar, acreditar no empresário e mostrar que Santa Catarina é um estado bom de se investir e que tem uma capacidade produtiva gigante”.

Após um início de ano com quedas nas exportações de carne suína, Santa Catarina retoma o crescimento e amplia as vendas para os principais mercados. Em março, o estado embarcou 55,7 mil toneladas do produto, 36,6% a mais do que em fevereiro. Na comparação com o mesmo período de 2020, o aumento é de 48%.

“Encerramos mais um mês com recordes nas exportações de Santa Catarina. Nosso estado é o maior produtor e exportador de carne suína do Brasil, com reconhecimento internacional pela qualidade e cuidado extremo com a saúde animal. Seguimos otimistas para os próximos meses “, reforça o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.

O faturamento apresenta números ainda mais significativos. Em março de 2021, foram registradas receitas de US$ 138,4 milhões com as exportações de carne suína – o valor é 43% maior do que em fevereiro e 62% superior ao mesmo período de 2020.

Principais destinos

Os principais mercados para a carne suína produzida em Santa Catarina ampliaram suas compras no último mês. Com destaque para a China (aumento de 53,6% em valor e 46,3% em quantidade), Chile (17,4% em valor e 14,3% em quantidade) e Argentina (58,6% em valor e 57,9% em quantidade).

Segundo o analista da Epagri/Cepa, Alexandre Giehl, o Chile se tornou o segundo principal destino da carne suína catarinense, posição que anteriormente era ocupada por Hong Kong.

Em um ano, os chilenos ampliaram em 97,4% a quantidade adquirida, resultando em um faturamento 112,2% maior para Santa Catarina.

Resultados do primeiro trimestre

No primeiro trimestre de 2021, Santa Catarina exportou 126,7 mil toneladas do produto, faturando mais de US$ 306 milhões. Os números representam um crescimento de, respectivamente, 14% e 18,7% em relação ao mesmo período de 2020.

Abastecimento de grãos 

Neste ano, o déficit de grãos em Santa Catarina deve chegar a 5 milhões de toneladas – resultado da quebra na safra após a estiagem e o ataque da cigarrinha-do-milho.

Além disso, a alta nos preços de milho tem impacto direto nos custos de produção.

“Se no mercado externo os ventos voltaram a soprar favoravelmente, o cenário interno não é tão animador. O milho segue aumentando de preço e, com isso, impactando nos custos de produção, tanto de suínos quanto de frangos. Além disso, a demanda segue enfraquecida, o que dificulta o repasse do aumento dos custos nos preços ao consumidor, ao menos de forma integral”, explica Alexandre Giehl.

A Secretaria de Estado da Agricultura, em parceria com a iniciativa privada, busca alternativas para reduzir a dependência de milho e, consequentemente, os custos de produção.

A intenção é reforçar o apoio para o plantio de trigo, triticale e cevada, ocupando as lavouras também no inverno, além de trazer uma alternativa de renda para os produtores e mais competitividade para a cadeia produtiva de carnes.

Assuntos Relacionados
carne suínaexportaçãosuinoculturasuinos
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329