Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Economia

Produção agroindustrial dispara, aponta FGV Agro

Indicador calculado pelo centro subiu 16,7% em abril ante o mesmo mês do ano passado

Produção agroindustrial dispara, aponta FGV Agro

Depois de reagir em março, o Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) disparou em abril – e a tendência é de novos avanços interanuais expressivos nos próximos meses, uma vez que as bases de comparação continuarão sendo baixas em virtude dos reflexos negativos do começo da pandemia em 2020.

Segundo o FGV Agro, o indicador subiu 16,7% em abril, puxado pelo bom desempenho do grupo de produtos não-alimentícios, que avançou 37,1% No segmento de produtos alimentícios e bebidas houve crescimento modesto, de 1,6%. O PIMAgro é baseado em dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do IBGE e nas variações do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), da taxa de câmbio e do Índice de confiança do Empresário da Indústria de Transformação (ICI) da FGV.

Entre os não-alimentícios, o destaque foram as recuperações registradas nas áreas de borracha (aumento de 132,5% em relação a abril de 2020) e têxteis (117,4%). Também houve variações positivas nos ramos de fumo (38,5%) e insumos (29%), mas no caso dos biocombustíveis foi mais um mês de queda (20,3%). No grupo de produtos alimentícios e bebidas, os primeiros tiveram retração de 9,1%, puxada pelos produtos de origem vegetal, e a produção de bebidas aumentou 88,2%.

“Os segmentos e setores que foram impactados fortemente pela pandemia em abril de 2020 são aqueles que, de modo geral, apresentaram crescimento expressivo no mesmo mês de 2021, como é o caso de produtos não-alimentícios e bebidas. Alternativamente, aqueles que foram menos atingidos no início da pandemia são os que agora registram contração, como é o caso de produtos alimentícios”, informou o FGV Agro.

Com as oscilações de abril, no primeiro quadrimestre o PIMAgro acumulou alta de 7,2%, garantida pela área de produtos não-alimentícios, que teve incremento de 17,2%. Alimentos e bebidas ainda apresentaram contração de 1,4% na comparação com o mesmo intervalo do ano passado.

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