Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Negócios

No Brasil, número de agtechs cresce 64%

Levantamento da Abstartups identificou 299 empresas ativas no Brasil; em 2019, eram 182

No Brasil, número de agtechs cresce 64%

O Brasil tem 299 empresas iniciantes de base tecnológica dedicadas à agropecuária, de acordo com a segunda edição do Mapeamento de Agtechs 2021, que a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) produziu em parceria com a Dell. O número é 64,2% maior que o do levantamento anterior, de 2019, no qual a entidade havia identificado 182 agtechs em atividade no país.

As startups voltadas à atividade agropecuária somam 11,8% do universo empresas iniciantes de base tecnológica, o que faz desse um dos grupos mais numerosos no país. Educação, com 17,3% do total, e saúde e bem-estar, com 17,1%, ocupam os dois primeiros lugares, informa o relatório.

Das quase 300 agtechs brasileiras que estão em atividade, 43% oferecem soluções financeiras para o setor, diz o levantamento da Abstartups. Os empreendedores homens somam 85,4% dos fundadores de agtechs. São Paulo é o Estado com o maior número de empresas (27,4%), seguido por Rio Grande do Sul (17,2%) e Paraná (12,7%).

Segundo o mapeamento, 47,1% das agtechs brasileiras já receberam investimentos, quase o dobro da média geral em todos os setores (no ano passado, essa média foi de 26,7%), e 54,1% estão em fase de validação e operação. “O segmento agro é um dos mais tradicionais e maduros, mas ainda com oportunidades para novas soluções e exponencial crescimento”, diz, em nota, Ana Flávia Carrilo, coordenadora de Informação da Abstartups e responsável pelo estudo.

O mapeamento classificou as startups em três momentos da gestão agrícola: antes da porteira (tudo que é necessário para a gestão agrícola, mas que não atua na fazenda), dentro da porteira (que envolve diretamente os produtores agropecuários) e depois da porteira (que se refere a tudo após a produção agrícola). No Brasil, informa o estudo, 72,6% das agtechs estão na fase dentro da porteira, 10,2% na etapa antes da porteira e 17,2%, depois da porteira.

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