Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Artigo Técnico

Avaliação do desempenho de gotejadores com uso de água residual da suinocultura

O entendimento de princípios básicos para a realização de um manejo de irrigação adequado é imprescindível para que a agricultura irrigada possa ser mantida pelo meio ambiente

Avaliação do desempenho de gotejadores com uso de água residual da suinocultura

Por Daniel Franco e Hélio Grassi Filho

O aumento populacional acentuado nas últimas décadas tornou a produção de alimentos um desafio ao agronegócio. Esse desafio consolidou-se ao mesmo tempo em que a suinocultura abriu fronteiras, devido principalmente a sua grande eficiência na produção de proteína em pequenas áreas. O aumento da produção de suínos também se acentuou a partir dessas últimas décadas, sendo que o Sul do Brasil concentra a maior parte da produção nacional e, consequentemente, o aumento da quantidade de dejetos provenientes desse tipo de produção confinada.

Esses dejetos, quando mal manejados e sem tratamento, podem oferecer risco ao meio ambiente devido a alta concentração de alguns nutrientes e bactérias do grupo Coliformes (CERETTA et, al., 2005). Do ponto de vista ambiental, os dejetos possuem alto poder poluente devido a DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio), que é em torno de 30.000 a 52.000 mg L-1, 260 vezes mais alto se comparado ao esgoto doméstico que é em torno de 200mg L-1. Portanto, fica evidenciado o grau poluente deste insumo (ASSIS, 2004).

No entanto, os dejetos de suínos também podem se tornar um insumo agrícola. O seu aproveitamento na fertilização de lavoura é antigo e uma alternativa ao produtor. Este insumo pode ser reciclado pelo solo evitando risco de sua infiltração e contaminação de lençóis freáticos e mananciais e, para que isto ocorra, os dejetos devem ser utilizados na quantidade de nutrientes que seja extraído pelas plantas (SEGANFREDO, 2004).

 

Confira o artigo completo na Edição 300 da Revista Suinocultura Industrial

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