Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Economia

Dólar opera em alta, perto de R$ 5,30, nesta quinta-feira

Na quarta-feira (7), a moeda norte-americana avançou 0,59%, a R$ 5,2393

Dólar opera em alta, perto de R$ 5,30, nesta quinta-feira

O dólar opera em alta nesta quinta-feira (8), em meio ao clima político local mais arisco e após o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) acalmar temores sobre redução de liquidez por lá no curto prazo.

Às 9h10, a moeda norte-americana subia 0,92%, vendida a R$ 5,2874. Na máxima da sessão, chegou a R$ 5,2945.

No dia anterior, a moeda norte-americana subiu 0,59%, a R$ 5,2393. Com o resultado, o dólar passou a acumular alta de 1% frente ao real. No mês, já subiu 5,36%.

Cenário

O Federal Reserve (BC dos EUA) divulgou na véspera a ata de sua última reunião de política monetária, na qual evitou sinalizar mais claramente quando poderá começar a debater corte de estímulos adotados durante o começo da pandemia – e que ajudaram a sustentar os mercados desde então.

“Achamos que o real está longe do patamar que vemos como ideal”, disse Tulio Portella, diretor comercial da B&T Corretora de Câmbio, que vê taxa de R$ 4,50 por dólar ao fim do ano.

Segundo Portella, o rali do dólar nas últimas semanas teve componente mais forte da escalada de tensões políticas. “Houve uma certa perda de credibilidade do governo com o mercado, e com isso as reformas ficam mais facilmente contestáveis”, afirmou, lembrando ainda a má reação de agentes financeiros ao texto da segunda etapa da reforma tributária, que previu, entre outros pontos, tributação de 20% sobre lucros e dividendos.

Abdalla, da Rio Bravo, também citou uma fragilização do governo e seus impactos sobre o dólar, mas ainda vê a moeda em patamar mais baixo, de R$ 5,10, ao fim do ano, quando a economia deverá operar com maior capacidade.

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