Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Mercado

Índice de preços globais de alimentos da FAO recua em julho

Em 12 meses, no entanto, indicador ainda acumula alta de 31%

Índice de preços globais de alimentos da FAO recua em julho

O índice de preços globais de alimentos da FAO, a agência das Nações Unidas para agricultura e alimentação, voltou a cair em julho, pelo segundo mês consecutivo. O indicador fechou o mês em 123 pontos, 1,2% abaixo de junho, pressionado por recuos de cereais, óleos vegetais e lácteos. Na comparação com julho do ano passado, contudo, a alta ainda foi de 31%.

No segmento de cereais, a baixa em relação a junho foi de 3%, para 125,5 pontos. Os preços do milho foram os principais responsáveis pela queda, devido a projeção de uma safra maior na Argentina e das melhores perspectivas de produção nos Estados Unidos. Os problemas climáticos que afetam a safrinha brasileira, contudo, são motivo de preocupação, segundo a FAO.

Os preços da cevada e do sorgo também caíram significativamente, mas o trigo subiu 1,8% e alcançou seu nível mais alto desde meados de 2014 – em parte em razão de preocupações com o clima seco e as condições da safra na América do Norte.

O indicador dos laticínios, por sua vez, caiu 2,8% em julho em relação ao mês anterior, para 116,5 pontos, sob impacto do arrefecimento do mercado no Hemisfério Norte nas férias de verão.

No grupo de óleos vegetais, foi registrada a maior queda em cinco meses – 1,4% em relação a junho, para 155,4 pontos. Segundo a FAO, as baixas dos óleos de soja, canola e girassol mais do que compensaram o aumento do óleo de palma.

Em contrapartida, o indicador do açúcar subiu 1,7% no mês passado – foi a quarta alta mensal seguida -, para 109,6 pontos. “O aumento teve relação principalmente com os preços do petróleo mais firmes e com as incertezas sobre o impacto das geadas recentes sobre a produtividade do Brasil, o maior exportador mundial de açúcar. As boas perspectivas de produção na Índia impediram um salto maior”, disse a agência da ONU.

O índice de preços de carnes da FAO, por fim, subiu marginalmente em relação a junho e atingiu 110,3 pontos, com as cotações de carne de frango subindo mais devido ao crescimento das importações do Leste Asiático e a aumentos de produção limitados em algumas regiões.

Os preços da carne bovina também se fortaleceram, impulsionados pelas elevadas importações da China e pela redução da oferta em importantes países produtores. A carne suína recuou, em linha com a retração das importações da China.

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