Este agente patogênico é um dos que mais preocupam o setor avícola, tanto pelos sorovares que afetam as próprias aves como pelas de impacto em saúde pública. No Brasil, S. Heidelberg tem emergido em importância nas produções
Salmonella: preocupação constante

A Salmonelose Aviária se tornou ao longo destas últimas décadas em um grave problema para a cadeia produtiva mundial de aves e ovos. A enfermidade é responsável por significativos prejuízos econômicos, exigindo da indústria avícola controles cada vez mais rigorosos e precisos, além da adoção de manejos específicos e, principalmente, programas vacinais direcionados a reprodutoras e aves comerciais. O termo Salmonelose Aviária se refere basicamente a três tipos de doenças bacterianas causadas por agentes patogênicos do gênero Salmonella sp.. As aves, especificamente, são afetadas pela S. pullorum (responsável pela pulorose) e S. gallinarum (responsável pelo tifo aviário), com todos os demais sorotipos patogênicos entéricos sendo responsáveis pelo chamado paratifo aviário.
A maioria das salmonelas paratíficas não causam nenhum tipo de sinal clínico ou lesões nas aves, mas são relevantes em saúde pública, sendo responsáveis por um elevado número de infecções toxico-alimentares. As mais prevalentes em aves são a S. Enteritidis e S.
Confira a matéria completo na Edição 1311 da Revista Avicultura Industrial.
Leia também no Agrimídia:
- •Exportações de frango e ovos batem recorde em cenário de insumos voláteis
- •Ações de fiscalização e fomento reforçam cerco sanitário na proteína animal
- •Salmonella ameaça limitar a volta do frango brasileiro à União Europeia
- •Abertas as inscrições para trabalhos científicos sobre produção de ovos para o Congresso APA 2027
























