Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Vandalismo

Militantes do MST e Via Campesina vandalizam sede da Aprosoja em Brasília

Por volta das 7h30 da manhã desta quinta-feira (14), dezenas de militantes invadiram o local, que foi pichado e apedrejado

Militantes do MST e Via Campesina vandalizam sede da Aprosoja em Brasília

Na manhã desta quinta-feira (14), dezenas de militantes vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e à organização Via Campesina Brasil vandalizaram a sede da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), em Brasília. O prédio também abriga a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) e a Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja (Abrass).

Sob gritos de “Ocupar, resistir, produzir” e com bandeiras de movimentos sociais, os militantes fizeram dezenas de pichações no local com frases como “Agro mata” e “Agrosoja é fome”, além de mensagens com críticas ao presidente da República Jair Bolsonaro. Os agressores, que também apedrejaram as dependências da sede da entidade e vandalizaram a estrutura interna do local, estenderam uma faixa com os dizeres “Soja não enche o prato. Bolsonaro financia a fome” antes de deixarem o local.

De acordo com publicação do MST, a ação faz parte da “Jornada Nacional da Soberania Alimentar”, que tem como lema “Contra o Agronegócio para o Brasil não passar fome”, buscou fazer uma “denúncia ao atual contexto do aumento da fome no Brasil, que faz parte da estratégia política do governo Bolsonaro”.

“A manifestação (…) teve o objetivo de denunciar o modelo excludente e concentrador de renda representado pelo agronegócio, que impulsiona a inflação dos alimentos e contribui para o aumento da fome no Brasil”, cita nota do movimento.

A Aprosoja foi eleita pelos militantes como o alvo pela suposta ligação com Bolsonaro. Em setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) ordenou o bloqueio das contas da entidade por suspeita de financiamento aos atos pró-Bolsonaro 7 de setembro. O presidente da associação, Antônio Galvan, apoiou as manifestações, mas nega que a entidade tenha contribuído financeiramente com os atos.

Ainda pela manhã, a Polícia Civil foi ao local fazer a perícia. O caso é acompanhado pela 10ª Delegacia de Polícia (Lago Sul), que apura crimes de dano ao patrimônio e associação criminosa.

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