Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
Destaque Todas Páginas
Comemoração

Portos do Paraná celebram o Dia do Portuário, comemorado na última sexta-feira

A data (28 de janeiro) valoriza o trabalho desempenhado todos os dias por milhares de profissionais. A data foi estabelecida com o início da atividade portuária no Brasil decretada por Dom João VI, em 1808

Compartilhar essa notícia
Portos do Paraná celebram o Dia do Portuário, comemorado na última sexta-feira

O Dia do Portuário, celebrado neste 28 de janeiro, evidencia uma profissão que permanece em alta e atravessa gerações, seja na área administrativa ou no trabalho operacional. A data foi estabelecida com o início da atividade portuária no Brasil decretada por Dom João VI, em 1808. 

“Hoje, apenas na parte administrativa dos portos de Paranaguá e Antonina, somos cerca de 550 trabalhadores”, diz o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. 

“A data é uma forma de reconhecer e valorizar o trabalho do portuário que se mantém sempre firme nas atividades mesmo em condições adversas, como ocorreu nos períodos mais críticos da pandemia, para garantir a movimentação ininterrupta dos portos”, afirma.

Todos os dias, dois mil portuários acessam as instalações administrativas e operacionais da Portos do Paraná nos quase cinco quilômetros de cais e piers.

Entre eles estão os membros da família do engenheiro mecânico Antônio do Carmo Tramujas Neto, 72 anos, que mantém em casa a tradição de ser portuário. 

Tramujas Neto trabalha no Porto de Paranaguá há 48 anos e passou por diversas áreas da empresa pública. Para ele, além do crescimento profissional e pessoal, ter a companhia dos filhos Cézar e Manoella Tramajus todos os dias no portos é gratificante. 

“Acredito que, para qualquer pai, isto é motivo imenso de orgulho. Nasceram ouvindo eu falar do porto e cresceram vivenciando a profissão”, conta. “Porém, jamais interferi na vida profissional de cada um. Evidentemente que, como pai, sempre procurei orientar da melhor forma, mas sem imposição”.

O orgulho da profissão exercida por quase cinco décadas é traduzido em palavras pelo pai que pode chamar os filhos de colega de trabalho. “Atualmente, em casa, o assunto porto sempre domina as conversas de fim de semana”, diz.

Para o filho, Cezar, 41 anos, assistente técnico administrativo, poder compartilhar o mesmo espaço com o pai e a irmã torna o dia a dia diferente. “É muito legal encontrar o pai no trabalho. Antes eu trabalhava em outra sede e há três anos passei a ter esse contato diário com ele”, afirma.

Com o ingresso da irmã na atividade portuária, Cezar diz que os encontros em família passaram a ser mais frequentes. “Normalmente a família se encontrava uma vez por semana, a cada 15 dias ou apenas uma vez no mês. Agora, a gente se vê todos os dias no trabalho”, diz. 

A advogada Manoella, recém-convocada pelo concurso da Portos do Paraná de 2017, explica a influência que o porto teve durante a infância. 

“Para mim é uma inspiração dividir o ambiente de trabalho com meu pai antes de sua aposentadoria, porque o porto sempre esteve presente na história da nossa família”, conta a portuária. “Cresci dentro desse ambiente portuário. Tenho muitas lembranças da minha infância dentro do Palácio Taguaré, juntamente com meus irmãos”.

Ela conta ainda que o pai e o irmão ensinam as peculiaridades do ambiente portuário. “O que mudou desde a minha entrada foi este contato diário com meu pai e com meu irmão, porque retornei a morar aqui em Paranaguá e, com isso, agora posso desfrutar desses momentos junto à minha família”, comemora.

Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343