Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,43 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,75 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,29 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.570,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.465,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Fiscalização

Adapar treina operadores de drones para defesa sanitária vegetal

A Agência de Defesa Agropecuária adquiriu seis drones para garantir que os procedimentos de vigilância sejam realizados com maior segurança, qualidade e agilidade

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Adapar treina operadores de drones para defesa sanitária vegetal

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) inicia nesta terça-feira (28), em Londrina, a capacitação prática de servidores para o uso de drones em levantamentos sobre a conservação do solo agrícola e apoio em ações de fiscalização. A atividade presencial complementará o módulo teórico realizado pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento e pela Adapar, por meio da Escola de Gestão. Recentemente, a Adapar adquiriu seis drones, visando que os procedimentos de defesa agropecuária sejam realizados com maior segurança, qualidade e agilidade.

“A direção da agência entendeu a importância dessa modernidade para manutenção da sanidade vegetal. É uma ferramenta que amplia a capacidade de vigilância e proporciona mais agilidade nas ações de prevenção e controle de pragas”, salientou o gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, Renato Rezende Young Blood.

Segundo ele, o uso de Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP), também conhecidas como drones, tem se mostrado uma ferramenta muito mais ágil para levantamento de áreas com maior fragilidade e passíveis de ocorrências de danos. “É possível realizar o diagnóstico muito mais preciso e rápido do uso e manejo do solo por meio da geração de imagens processadas”, ponderou.

O uso da tecnologia já está sendo avaliado em levantamentos fitossanitários, como o feito recentemente na bananicultura para erradicar foco de praga no Litoral do Estado. Todas as informações/imagens processadas ficarão à disposição dos fiscais e poderão ser, eventualmente, cedidas para o público de interesse da Adapar, como os responsáveis técnicos, produtores rurais e instituições integradas em projetos conservacionistas, visando contribuir, inclusive, para proposição de políticas públicas.

Os drones ficarão em regiões onde há mais demanda por ações de fiscalização. Inicialmente, eles estarão a serviço do Programa de Fiscalização do Uso do Solo Agrícola e daqueles que dizem respeito à Defesa Sanitária Vegetal. A utilização da ferramenta nessas atividades faz parte de um projeto idealizado e desenvolvido pela Coordenação da Área de Solos. Posteriormente, será expandido para as demais áreas da defesa agropecuária realizada pela Adapar.

CURSO – O Curso de Operadores para o Uso de Aeronaves Remotamente Pilotadas para os Fiscais de Defesa Agropecuária da Adapar será ministrado até quinta-feira (30) pelo coordenador da Área de Conservação e Uso do Solo Agrícola da Adapar, Luiz Renato Barbosa, e pelo técnico da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento Pedro Guglielmi Júnior.

O módulo teórico, realizado por meio da Escola de Gestão, teve como objetivo a utilização da ferramenta em aerolevantamentos, priorizando ações preventivas e de educação sanitária. Entre as atividades estudadas estão o correto uso e manejo conservacionista de solo e águas e a vigilância fitossanitária nos monitoramentos e levantamentos de ocorrência de pragas.

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