Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,59 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,98 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,99 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,89 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.561,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.472,69 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 144,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,91 / cx
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Paraná

Cooperativismo do Oeste: celeiro de diversidade cultural e sinônimo de vida nova para imigrantes

Cinturão frigorífico e agronegócio são protagonistas nas oportunidades para estrangeiros que vêm ao país em busca de uma vida melhor
 

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Cooperativismo do Oeste: celeiro de diversidade cultural e sinônimo de vida nova para imigrantes

O Oeste do Paraná é protagonista de inúmeras histórias, muitas delas ligadas à produção, ao campo e ao acolhimento. Imagine então quando essas três palavras se unem e escrevem um enredo. A venezuelana Edgarniet Parra Gomes sabe muito bem como descrever esse conto. 

Com 21 anos e desde 2021 no Brasil, foi na cidade de Medianeira que ela encontrou acolhimento e apoio para reescrever sua história. Mas isso só foi possível com a ajuda da cooperativa Frimesa.“Eu cheguei por meio de outra familiar que estava morando aqui em Medianeira e  trabalhava no frigorífico na Frimesa. A gente combinou para vir, eu tirei toda a minha documentação, procurei vagas para trabalho e eles me deram essa oportunidade. Graças a isso consegui trazer minha família.”

Com a oportunidade nas mãos, Edgarniet não pensou duas vezes; deixou seu país e veio para o Brasil reconstruir uma nova história. Apenas na Frimesa, local onde Edgarniet trabalha, segundo os últimos dados levantados pela cooperativa, são quase 300 funcionários que vieram de diversos países: Argentina, Cuba, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Colômbia, Estados Unidos, Haiti e África do Sul. Para ela, a cooperativa vai muito além de um local de trabalho. “Eu sou muito abençoada e agradecida pela ajuda que me deram. É muito importante para a gente que vem da Venezuela conseguir esse tipo de ajuda de emprego para poder viver.O trabalho não é puxado e tem muita oportunidade na cooperativa. Além disso, há companheirismo e apoio por parte da empresa. É uma benção para toda pessoa estrangeira.”

Tudo isso só foi possível para ela e para outros estrangeiros por meio de programas que são instituídos dentro das cooperativas. Além dos benefícios gerais, os imigrantes recebem suporte das empresas no encaminhamento da documentação para a legalização no Brasil, processo de estabilização com moradia, alimentação, roupas e móveis, além de aulas de Língua Portuguesa.

 

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