O aumento da taxa de juros que começou em 2021 e a redução de alguns impostos como o ICMS, são dois fatores apontados para posição do Brasil de sexta menor inflação do G20
Brasil tem a sexta menor taxa de inflação entre os membros do G20

Considerando a inflação de janeiro a agosto de 2022, o Brasil tem a sexta menor taxa entre os membros do G20.
O aumento da taxa de juros que começou em 2021 e a redução de alguns impostos, como o ICMS, são dois fatores apontados para posição do Brasil de sexta menor inflação do G20.
Na Argentina é onde se encontra a maior taxa do grupo, com inflação de 56,5% em 2022 e 78,5% no acumulado de 12 meses. Para se ter uma ideia apenas no mês de agosto a inflação foi de 7%.
Leia também no Agrimídia:
- •Paraná exporta frango para 150 mercados internacional e lidera diversificação de destinos
- •Aporte de US$1 bilhão pode levar Global Eggs a um dos maiores IPOs da B3
- •Sem luz na infância, hoje à frente de um império de R$ 2,4 bilhões: a mulher que comanda gigante da carne suína em Santa Catarina
- •Fórum Estadual de Influenza Aviária reúne setor avícola para discutir prevenção e biosseguridade no RS
Quanto à China, que tem a menor inflação do grupo, é atribuído que as divergências das medidas de estímulo ocidentais, principalmente à impressão de dinheiro sem precedentes usada para salvar economias atingidas pela pandemia de coronavírus, resultaram nessa disparidade de inflação.
Outro motivo da menor inflação da China em comparação aos outros membros do G20, é que o país dá mais peso a roupas e alimentos no seu IPC, o que se encaixa em seu status de país de renda média alta.
Os Estados Unidos, por exemplo, dão mais ênfase a abrigo e transporte, ambos facilmente afetados pelos preços globais da energia e pelas condições monetárias domésticas.






















