Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Conteúdo Técnico

Carne cultivada de frango: tendências e mercado

No Brasil, apesar deste tipo de proteína ainda não estar sendo comercializada, está em processo de criação o Plano Nacional de Proteínas Alternativas (PNPA[VF1] ), pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)

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Carne cultivada de frango: tendências e mercado

A carne é um dos alimentos mais completos nutricionalmente e importantes para uma dieta saudável, estando presente quase diariamente nos lares brasileiros.

No entanto, com o aumento do consumo de proteínas ao longo dos últimos anos, novos hábitos alimentares e preocupação com sustentabilidade do planeta, há necessidade de diversificar a fonte proteica, investigando novos tipos de ingredientes ou tecnologias de produção, como por exemplo, plant-based, cell-based e fermentações (Reis et al., 2020a,b; Feddern et al., 2020).

A carne de frango é uma das proteínas mais versáteis, aceitas por qualquer religião, sendo a mais consumida em território nacional (45,56 kg per capita), segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA, 2022). Assim, possibilita diversas aplicações em pratos típicos de todas as nacionalidades (Valente et al., 2019).

Quanto à carne cultivada, esta é produzida em laboratório por meio de técnicas de bioengenharia, em que se faz uma biópsia das células do animal, sem necessidade de abatê-lo.

Assim, é possível a formação de um banco de células para uso contínuo, sendo o animal doador destas células. A biópsia é feita de células do animal vivo e se transforma em qualquer célula desejável.

Após, são semeadas e transferidas para biorreatores, para aumentar sua escalabilidade sob condições ideais para atingir uma quantidade grande de células.

A última fase é a bioimpressão onde elas sofrem design desejado, perfil sensorial e valor nutricional do produto.

Nos últimos anos (2020, 2022) dois países aprovaram legislações para produção de carne cultivada: Singapura e Holanda.

No Brasil, apesar deste tipo de proteína ainda não estar sendo comercializada, está em processo de criação o Plano Nacional de Proteínas Alternativas (PNPA[VF1] ), pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Neste plano estão contemplados alimentos e seus ingredientes de base proteica provenientes de plantas, insetos, fungos, algas e outras fontes alternativas, obtidos pelos métodos estabelecidos de produção, processos fermentativos, cultura de células e processos inovadores.

Este artigo traz informações sobre a produção de carne cultivada de aves no mundo, incluindo as principais empresas e startups neste segmento, e questões sobre sustentabilidade envolvidas na produção de carne cultivada.

Além disso, traz a atuação da Embrapa em projetos com carne cultivada de frango e um estudo preliminar realizado pela equipe da Embrapa sobre a opinião dos consumidores acerca da carne cultivada.

Por fim traz mais detalhes sobre o PNPA, incluindo suas diretrizes, objetivos e ações programáticas.

Confira a matéria completa na edição 1319 da revista Avicultura Industrial

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