Segundo Hugo Schaffrath, presidente da Associação de Criadores de Suínos do Paraguai (ACCP), o Brasil teve um declínio de 10 a 12% no rebanho suinícola, com a qual espera ter uma participação maior nas exportações mundiais
Suinocultores do Paraguai esperam que o declínio no rebanho suinícola no Brasil tenha um impacto positivo no país

Segundo Hugo Schaffrath, presidente da Associação de Criadores de Suínos do Paraguai (ACCP), o Brasil teve um declínio de 10 a 12% no rebanho suinícola, com a qual espera ter uma participação maior nas exportações mundiais. Isso considerando que o país vizinho é um dos grandes fornecedores da proteína.
O Brasil teve um declínio no rebanho suinícola, então, no final, isso tem um impacto interessante e nos dá a possibilidade de ocuparmos um pouco, mesmo que seja o espaço que nos deixa ” ele disse. Acrescentou ainda que a produção europeia tem tendência de queda, pois têm cada vez mais restrições ambientais, pelo que a América do Sul poderá dar conta dos embarques.
O dirigente do sindicato expressou que vê essas situações com muito bons olhos e que espera repercussões importantes em termos de resultados para o segundo semestre do próximo ano. “Lá também teremos a nova safra de milho e soja, esperamos ter custos mais baixos do que em 2022”, disse ele.
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Expectativas seguem altas
Da mesma forma, destacou que continuam as expectativas quanto à abertura do mercado taiwanês e que novos clientes estão sendo estabelecidos no Uruguai, principal destino da carne suína.
“Neste momento o mercado está começando a ficar interessante com o Uruguai. Há a ansiedade de entrar em Taiwan, a Geórgia é nosso segundo destino e há um trabalho sendo feito para continuar abrindo novos mercados”, comentou.
Ano passado, a receita do setor atingiu US$ 4.732 milhões, enquanto no décimo mês de 2021 era de US$ 7.786 milhões.





















