Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas
Empresas

Alegra prevê crescer 12% mesmo com setor de suínos em crise

Companhia, braço frigorífico das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, projeta faturar R$ 1,2 bilhão neste ano

Compartilhar essa notícia
Alegra prevê crescer 12% mesmo com setor de suínos em crise

Mesmo com a suinocultura brasileira em crise, a Alegra, braço frigorífico da Unium, formada pelas cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal, prevê faturar R$ 1,2 bilhão em 2023, o que representará um aumento de 12% em relação ao ano passado, quando a receita foi de R$ 1,07 bilhão. De acordo com Luiz Morelli, superintendente da empresa, escoar por bons preços a produção dos cooperados das três centrais é até mais importante do que elevar o faturamento.

“Queremos dar segurança ao produtor. O modelo de venda do suíno vivo é extremamente volátil. É só ver o desequilíbro que a China causou”, afirma. No começo do ano passado, a redução drástica das compras chinesas gerou uma crise na suinocultura mundial. “Acreditamos que o nosso modelo é mais justo. Ele garante que todos os elos da cadeia tenham saúde financeira”.

Juntas, Frísia, Castrolanda e Capal ofertaram mais de 880 mil suínos para o abate neste ano, ou 1,5% do mercado brasileiro. A demanda da indústria deve absorver toda a produção.

Atualmente, o mercado interno representa 75% dos negócios da Alegra, e as exportações, para mais de 30 países, a fatia restante. Cerca de 40% da produção sai em forma de produtos industrializados, proporção que deve subir para 54% neste ano.

“Abrimos um centro de distribuição em São Paulo, para aumentar a nossa capilaridade”, explica Morelli. Segundo ele, a empresa não tem a intenção de abrir plantas de abate fora do Paraná. A empresa quer continuar a investir nas linhas de presuntos, salames e mortadelas. O centro logístico em São Paulo é estratégico nesse plano, já que permitirá à Alegra entregar os produtos às padarias, empórios e restaurantes da capital paulista, o maior mercado consumidor do país. “Também apostamos em produtos com porções menores para churrasco”, diz Morelli.

Assuntos Relacionados
carne suínaEmpresassuinocultura
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329