Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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AGRONEGÓCIO

Especialistas defendem inclusão do agronegócio na regulamentação do mercado de carbono

Participantes do debate enfatizaram a importância de incentivos ao comércio de carbono, alinhados com o Projeto de Lei 2148/15.

Especialistas defendem inclusão do agronegócio na regulamentação do mercado de carbono

Na segunda-feira (20), especialistas em meio ambiente expressaram seu apoio à precificação do carbono como uma ferramenta crucial para o controle das mudanças climáticas. No entanto, críticas foram levantadas em relação à exclusão do agronegócio das regulamentações do mercado de carbono no país. Essas opiniões foram compartilhadas durante uma audiência na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados.

Os participantes do debate enfatizaram a importância de incentivos ao comércio de carbono, alinhados com o Projeto de Lei 2148/15. No entanto, houve discordância em relação ao PL 412/22, do Senado Federal, que aborda o mercado regulado de carbono.

Uma das principais críticas ao texto centrou-se na exclusão do agronegócio das obrigações previstas no Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE). Aprovado pelo Senado Federal, o projeto está atualmente em análise na Câmara dos Deputados.

André Guimarães, diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), argumentou que o projeto de lei falha ao deixar de incluir o agronegócio e os projetos de Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) no mercado de carbono regulado. Ele destacou a oportunidade perdida pelo setor agrícola em contribuir com créditos de carbono, salientando a importância da preservação da vegetação no solo para a agricultura.

O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Tocantins, Marcelo de Lima Lelis, também ressaltou a necessidade de envolver o agronegócio nas negociações, enfatizando que grande parte das áreas de preservação está em terras privadas do agronegócio.

O representante do Ministério do Meio Ambiente, Aloísio Lopes, alertou contra uma regulamentação excessiva na economia de baixo carbono, especialmente no mercado voluntário. Ele destacou a importância de regulamentar as transações de créditos entre países para cumprir o Acordo de Paris.

A deputada Socorro Neri (PP-AC) salientou a importância de aprofundar o debate na Câmara para garantir uma legislação abrangente que considere o mercado de carbono como uma ferramenta significativa para mitigar as mudanças climáticas. Dados da Iniciativa Brasileira para o Mercado Voluntário de Carbono indicam que o Brasil tem potencial para gerar entre 1,2 e 1,9 gigatoneladas de CO2 em créditos por ano, equivalendo a US$ 16 bilhões a US$ 26 bilhões anualmente.

Fonte: Câmara Legislativa.

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