Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,48 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 153,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,09 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,18 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 143,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.529,62 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,18 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,01 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Exportação

Porto da China no Peru representa nova estratégia chinesa no setor agropecuário

Megaprojeto bilionário no Peru encurtará em um terço o tempo para que a produção brasileira chegue no Oriente, e com ele a China amplia sua participação nas cadeias e na infraestrutura do agronegócio nas Américas.

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Porto da China no Peru representa nova estratégia chinesa no setor agropecuário

A China tem adotado uma estratégia agressiva de participação na cadeia produtiva global de alimentos, seguindo modelos estabelecidos por Estados Unidos e países europeus. Esta estratégia envolve desde a aquisição de empresas no setor agropecuário até a construção de infraestruturas logísticas, como o recente investimento bilionário em um porto no Peru.

Este novo porto, com inauguração prevista para 2025 e um investimento de US$ 3,6 bilhões (R$ 17,8 bilhões), vai encurtar significativamente o tempo de transporte dos produtos brasileiros para o Oriente, beneficiando diretamente a segurança alimentar da China. Além de facilitar a exportação de produtos agrícolas do Brasil, essa nova rota oceânica também representa uma oportunidade estratégica para o país sul-americano.

Empresas chinesas, como a COSCO Shipping e a COFCO, têm seguido esse modelo de integração vertical, participando desde a compra de grãos até a infraestrutura de escoamento, similar às práticas das grandes tradings americanas e europeias que já operam há décadas no Brasil. Essa presença não só garante o suprimento de alimentos para a China, mas também fortalece sua própria cadeia produtiva global.

A iniciativa chinesa não se limita apenas ao agronegócio tradicional, mas também engloba outros segmentos como açúcar, etanol e commodities agrícolas em geral. A construção de infraestrutura logística como o porto no Peru não apenas consolida a posição da China nas Américas, mas também cria novas oportunidades para o Brasil expandir suas exportações agrícolas através de rotas mais eficientes.

Em resumo, a estratégia da China de estar presente em todas as etapas da cadeia produtiva de alimentos fora de seu território visa garantir segurança alimentar, fortalecer sua influência global e abrir novos mercados para seus produtos. Ao mesmo tempo, proporciona uma nova dinâmica para o comércio internacional de alimentos, com potenciais benefícios para o Brasil e demais países produtores.

Fonte: Presente Rural

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