Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Fiscalização

Operação “Ossos do Ofício”apreende 50 ton. de produtos para alimentação animal

Em 10 de julho, a operação “Ossos do Ofício” autuou três estabelecimentos em Açailândia e Imperatriz, no Maranhão, por irregularidades no transporte, armazenamento e processamento de resíduos de abate clandestino…
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Fabricação de alimentação animal com medicamento exigirá autorização a partir de 28/11

Em 10 de julho, a operação “Ossos do Ofício” autuou três estabelecimentos em Açailândia e Imperatriz, no Maranhão, por irregularidades no transporte, armazenamento e processamento de resíduos de abate clandestino de bovinos para alimentação animal.

Foram apreendidas 50 toneladas de produtos impróprios para alimentação animal, 12 toneladas de matérias-primas e 500 quilos de produtos veterinários irregulares. Além disso, mais de 21 toneladas de ossos foram destruídas.

Uma das empresas fabricava suplementos minerais e produtos terapêuticos para animais sem o devido registro e sem cumprir requisitos de segurança e qualidade, representando riscos à saúde animal e humana.

Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), os resíduos eram processados em locais sem higiene adequada, utilizando ossos de origem não comprovada e armazenados a céu aberto. O grupo também falsificava o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e vendia os produtos em lojas agropecuárias e diretamente aos produtores rurais.

Os responsáveis foram levados à delegacia e poderão responder por crimes contra a saúde pública, falsificação de selo público, crimes tributários, de consumo e ambientais.

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