Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Tecnologia

WhatsApp é o principal meio de informação do produtor rural, revela pesquisa

Levantamento da ABMRA mostra ainas que o Youtube, antes visto como entretenimento, passou a ser também meio de orientação

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WhatsApp é o principal meio de informação do produtor rural, revela pesquisa

Mais do que um aplicativo de contato, o WhatsApp ganhou espaço como ferramenta de informação para o produtor. É o que mostram os primeiros resultados da pesquisa Hábitos do Produtor Rural, da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócios (ABMRA), que chega à nona edição. Os dados consolidados serão divulgados em novembro, em evento da entidade.

O levantamento ouviu 3,1 mil produtores rurais em 16 estados, 15 diferentes culturas e quatro tipos de atividade de produção animal. Em nota, os responsáveis pela pesquisa explicam que os questionários foram aplicados de forma presencial e consideraram os diferentes perfis de propriedades rurais.

A utilização de outros canais digitais também cresceu. A menção a sites especializados em agropecuária passou de 35% para 66% dos entrevistados. Entre redes sociais, o Facebook subiu de 30% para 39%. O Youtube, antes visto como entretenimento, foi citado como meio de orientação por 61%.

“A pesquisa evidencia uma virada de chave na forma como o agro se informa, decide e se conecta. O avanço dos canais digitais mostra que a comunicação com o produtor exige novas estratégias, mais segmentadas, dinâmicas”, diz a ABMRA.

Apesar desse avanço dos canais digitais, meios de comunicação tradicionais continuam mantendo sua relevância, ainda que a preferência tenha diminuído. Em 2013, a TV aberta foi citada por 95% dos pesquisados como principal meio de informação. Na pesquisa deste ano, essa proporção caiu para 80%.

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