CNA discute procedimentos de importação de reprodutores de camarão

A Comissão Nacional de Aquicultura da CNA, discutiu, na quinta (19), os procedimentos para importação de reprodutores de camarão e a atualização da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura e da Pesca (Lei 11.959/09).
O representante da Coordenação de Trânsito, Quarentena e Certificação Animal do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), André Carneiro, abordou os procedimentos e requisitos sanitários necessários para importação de camarões para reprodução no Brasil.
Carneiro explicou as exigências do Mapa para a importação, como a quarentena dos animais que chegam ao país, que passam por análise laboratorial para estimar os riscos de entrada e disseminação de doenças no território brasileiro.
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“Queremos desmistificar o conceito de que é muito difícil importar genética de camarão para o Brasil e que as exigências sanitárias são intransponíveis. Isso poderia ter sido verdade no passado, mas hoje buscamos desburocratizar para melhorar a nossa produtividade.”
Ele ressaltou que os procedimentos de quarentena são de aproximadamente 30 dias e são fundamentais para evitar a disseminação de agentes patogênicos como a Doença da Necrose Hepatopancreática Aguda (AHPND), que é uma das principais preocupações do Brasil na produção de camarões.
Além de um acesso mais facilitado ao material genético de camarões vindos de países como Tailândia e Estados Unidos, outra preocupação do produtor rural brasileiro está relacionada aos custos e às perdas na importação dos animais.
Atualizando dados.














