Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Plano de Ação

CNA discute plano de ação para aquicultura em 2025

A Comissão Nacional de Aquicultura pretende trabalhar em 2025 iniciativas que visam atender as demandas da cadeia produtiva, explicou o presidente Francisco Farina. Ele abriu a reuniu do colegiado na…
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CNA discute plano de ação para aquicultura em 2025

A Comissão Nacional de Aquicultura pretende trabalhar em 2025 iniciativas que visam atender as demandas da cadeia produtiva, explicou o presidente Francisco Farina.

Ele abriu a reuniu do colegiado na sexta (28) e, entre os temas discutidos, estão: licenciamento ambiental da aquicultura (resolução Conama 413/2009), sanidade, importação e agroindústria de pescados, qualidade das rações aquícolas e Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura e da Pesca (Lei 11.959/2009).

“São desafios que precisamos enfrentar, porque estão relacionados às perspectivas de mercado e aos impactos das políticas públicas em relação ao setor de aquicultura”, afirmou Farina.

Em relação à resolução Conama 413/2009, o consultor da CNA, Eduardo Ono, destacou que a confederação participa de um grupo de trabalho junto ao Ministério do Meio ambiente e Ministério da Pesca e Aquicultura, onde está sendo construída uma minuta para atualizar a resolução com foco na desburocratização do processo de licenciamento.

Entre as sugestões de mudança estão tornar as exigências mais claras, a possibilidade de licenças por adesão e compromisso e mudar o enquadramento do porte por produção.

Outro item da pauta foram os avanços do projeto Aquicultura Brasil, desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura.

A iniciativa prevê o atendimento de produtores rurais de 13 estados (Amazonas, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Goiás, Distrito Federal, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e Tocantins) com Assistência e Técnica Gerencial (ATeG). A assessora técnica do Senar, Julia Barros, explicou que o foco é no processo produtivo e no ganho de renda do produtor.

“Precisamos que o produtor já esteja produzindo ou tenha potencial produtivo, como animais alojados, por exemplo, para deixá-lo em uma situação interessante nos dois anos de ATeG,” disse.

As ações do projeto Aquicultura Brasil iniciaram em outubro de 2024 e vão atender 2.070 mil propriedades rurais durante dois anos.

Imagem

Pescados – Os membros da comissão trataram ainda da sanidade de pescados para mitigar o risco de introdução de doenças exóticas.

Como sugestão, a comissão deve solicitar uma posição do Ministério da Agricultura em relação a não notificação à Organização Mundial de Saúde Animal quanto às evidências de AHPNHD no Equador e Tilv do Vietnã, além da necessidade de um plano de contingência para doenças exóticas.

Sobre a importação de pescados, a comissão da CNA discutiu o uso e o levantamento das principais substâncias proibidas na indústria de pescado no mercado internacional. Eduardo Ono explicou que isso causa concorrência desleal para o produto brasileiro.

“Existem países que maquiam o produto para deixar o filé mais bonito e o torna mais competitivo e atrativo do que um produto nacional que não pode usar esses produtos. Isso cria uma concorrência desleal”, afirmou.

A comissão da CNA também discutiu a regulamentação do processamento de pescados por meio da agroindústria de pequeno porte. A ideia é sugerir a inclusão dos requisitos para processamento, com a atualização da IN 05/2017.

Entre as ações prioritárias para a cadeia produtiva esse ano está a modernização da lei 11.959/2009 que trata da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura e da Pesca por meio do Projeto de Lei 4527/2024 do deputado Luiz Nishimori (PSD/PR), que traz as atualizações necessárias para o setor.

O grupo também tratou da qualidade das rações aquícolas com foco na definição de limites máximos de micotoxinas e do coeficiente de digestibilidade.

“Precisamos nos posicionar enquanto CNA e Comissão de Aquicultura. Para isso precisamos estar mais juntos, fortalecer a cadeia produtiva e propor diálogo com parlamentares e outras entidades do setor,” finalizou o presidente Francisco Farina.

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