Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Pesquisa

Estudo do MPA e UNIFESP sugere possível aumento da cota de tainha para a safra de 2026

Estudo do MPA e UNIFESP sugere aumento da cota de tainha para 2026. Descubra as implicações para a pesca sustentável

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Governo define cota de 8.168 toneladas para a pesca da tainha em 2026

O Grupo de Trabalho (GT) da Tainha, coordenado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), realizou sua 18ª reunião na sexta-feira (28) para apresentar um estudo sobre a avaliação de estoque da tainha (Mugil liza), que abre caminho para um possível aumento da cota de captura para a safra de 2026.

Pesquisa e Gestão Baseada em Evidências

A pesquisa é resultado de um Termo de Execução entre o MPA e a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). O objetivo é fornecer um diagnóstico transparente e tecnicamente robusto sobre a situação do estoque nas regiões Sudeste e Sul.

O estudo utilizou métodos modernos de modelagem (incluindo modelos estruturados por idade e de produção) e análises de incerteza. Esses métodos permitiram estimar indicadores-chave fundamentais para a gestão pesqueira, tais como:

  • Biomassa do estoque
  • Nível de exploração e risco de sobrepesca
  • Rendimento Máximo Sustentável (MSY)
  • Limite de Captura Anual (LCA)

Segundo Bruno Mourato, coordenador científico da avaliação na UNIFESP, a nova atualização do estoque possibilitou conhecer parâmetros que dão o norte para a gestão. O resultado é crucial para que o MPA estabeleça limites de captura e regras de conservação baseadas em evidências, fortalecendo a sustentabilidade da pescaria no longo prazo.

Cenário para a Safra 2026

Com a nova avaliação de estoque, o biólogo Leonardo Pinheiro, da Secretaria Nacional da Pesca Artesanal (SNPA), destacou que os valores de referência de limite usados para a partilha das cotas foram alterados, o que possibilita ter um aumento da cota para todas as modalidades em 2026.

A proposta de aumento atende a uma demanda de todos os setores envolvidos para garantir uma captura mais rentável. O processo de elaboração da safra de 2026 foi marcado por ampla participação social, com 20 reuniões e diversas visitas técnicas que envolveram mais de 800 pessoas nos cinco estados que pescam tainha (Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Paraná).

O GT Tainha, um colegiado consultivo, reúne órgãos de governo federal, estaduais, e entidades da pesca artesanal e industrial para conduzir as discussões sobre a temporada.

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