Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Aquicultura

Tilapicultura brasileira avança e mira liderança mundial até 2040

Produção supera 1 milhão de toneladas e consolida protagonismo do país, apesar de desafios regulatórios e comerciais

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Tilapicultura brasileira avança e mira liderança mundial até 2040

A tilapicultura brasileira avança em ritmo consistente e projeta alcançar a liderança mundial até 2040, após registrar um marco histórico em 2025, quando a produção nacional de peixes cultivados superou pela primeira vez 1 milhão de toneladas. O desempenho reforça a posição do Brasil entre os principais produtores globais e evidencia o potencial de expansão da atividade.

Atualmente, a tilápia responde por cerca de 70% da produção aquícola do país, garantindo ao Brasil o quarto lugar no ranking mundial da espécie. Esse protagonismo coloca o segmento no centro de discussões regulatórias, sanitárias e comerciais que influenciam diretamente a competitividade do setor.

Durante evento, em Uberlândia, o presidente da PEIXE BR, Francisco Medeiros, destacou que a tilapicultura brasileira avança e mira a liderança global nas próximas décadas, apoiada na capacidade de crescimento e na organização da cadeia produtiva.

Entre os principais pontos de atenção está a discussão na Comissão Nacional de Biodiversidade sobre a possível classificação da tilápia como espécie exótica invasora. Segundo Medeiros, a medida pode gerar insegurança jurídica, afetar investimentos estimados em mais de R$ 100 bilhões e comprometer empregos em toda a cadeia.

No cenário internacional, a avaliação é de que novas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros devem ter impacto mais limitado. O setor tem reagido por meio da diversificação de mercados e do fortalecimento do consumo interno.

Outro desafio é o aumento das importações de filé de tilápia do Vietnã. De acordo com o dirigente, a competitividade externa está mais relacionada às diferenças tributárias, regulatórias e de processamento do que aos custos de produção nas fazendas. Em resposta, estados como Paraná, São Paulo e Minas Gerais vêm adotando medidas de proteção à produção local.

Apesar das incertezas, a tilapicultura brasileira avança e mira a liderança mundial até 2040, sustentada pela capacidade de adaptação do setor e pela expectativa de alcançar a terceira posição global já em 2030.

Fonte: Peixe BR

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