Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Mercado Externo

China vs Argentina

China critica “protecionismo” argentino e não normalizará as compras de óleo de soja proveniente do país vizinho.

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A China não normalizará as compras de óleo de soja produzido na Argentina enquanto a qualidade e a segurança do produto não melhorar, informou nesta quinta-feira a agência de notícias oficial Xinhua, citando o vice-ministro do Comércio chinês, Jiang Yaoping. A entrevista foi realizada em Buenos Aires, durante o Fórum de Investimentos e Cooperação Econômica Argentina-China.

Ele afirmou que a China não estabeleceu barreiras contra os produtos da Argentina, mas “não haverá alternativa, a não ser considerar medidas de compensação”, diante do que chamou de pressões internas e externas causadas por movimentos protecionistas dos argentinos.

Em 1º de setembro, a China estabeleceu controle de permissões de importação mais rígidos sobre o óleo de soja da Argentina – movimento que foi considerado uma espécie de retaliação por causa do protecionismo de Buenos Aires sobre produtos chineses. A alegação é de que a qualidade do óleo de soja da Argentina “não atende ao padrão chinês”.

Traders disseram que o governo chinês parou de editar permissões de importação para óleo de soja da Argentina. Jiang afirmou à agência Xinhua que a China está preocupada com a tendência seguida pela Argentina, de impor medidas protecionistas sobre produtos chineses. Segundo ele, isso já afetou os laços bilaterais.

Citando estatísticas oficiais, a Xinhua relatou que as leis de proteção comercial na Argentina contra produtos chineses dobraram anualmente entre 2007 e 2009. Jiang acrescentou que, nos primeiros 90 dias de 2010, a Argentina iniciou duas investigações em importações chinesas, sob acusação de dumping.

“(Essa frequência de acusações) contra um país é totalmente anormal e discriminatória”, criticou. “O governo chinês espera resolver os problemas atuais por meio do diálogo, de negociação e cooperação para evitar que medidas protecionistas afetem as relações bilaterais.” A China é o segundo maior parceiro comercial da Argentina, depois apenas do Brasil. As informações são da Dow Jones.

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