Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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SANIDADE

Ações multissetoriais no combate à gripe aviária são destaque em reunião no RS

Ano de 2023 registrou 221 suspeitas atendidas, 59 colheitas realizadas e um total de cinco focos, sendo dois já encerrados

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Ações multissetoriais no combate à gripe aviária são destaque em reunião no RS

Nesta segunda-feira (18/12), uma reunião abordou as atividades realizadas pelos serviços veterinários oficiais e pelo setor avícola no Rio Grande do Sul para conter a disseminação da influenza aviária. O Estado, que enfrenta atualmente três focos em mamíferos aquáticos, destaca a eficácia de um trabalho multissetorial e da vigilância ativa rigorosa do Serviço Veterinário Oficial do RS (SVO-RS), mantendo a doença restrita a animais e aves silvestres e preservando os plantéis de aves.

Participaram do encontro a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), a Superintendência de Agricultura e Pecuária do RS (SFA/RS), a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), a Secretaria do Desenvolvimento Rural (SDR), a Federação da Agricultura do RS (Farsul), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RS (Fetag) e representantes da iniciativa privada.

O ano de 2023 registrou 221 suspeitas atendidas, 59 colheitas realizadas e um total de cinco focos, sendo dois já encerrados. “Vamos ter que aprender a conviver com a influenza aviária, já que os transmissores são aves de vida livre, e nosso papel será continuar protegendo os plantéis gaúchos da entrada do vírus,” afirma a diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), Rosane Collares.

Giovani Feltes, secretário da Seapi, elogia o trabalho do serviço veterinário oficial e destaca a colaboração entre entidades públicas e privadas, ressaltando o objetivo comum de evitar a chegada do vírus nas granjas gaúchas. “O sucesso até aqui se deve a essa correlação,” enfatiza.

Ananda Kowalski, coordenadora do Programa Estadual de Sanidade Avícola da Seapi, destaca o monitoramento dos focos confirmados em um raio de 3 km, com ações que incluem visitas a propriedades rurais, educação sanitária e uso de drones em áreas de difícil acesso.

Dados até 15 de dezembro apontam mais de 7 mil ações de vigilância ativa, com mais de 7 milhões de aves observadas. Houve também mais de 4,7 mil ações de educação sanitária, atingindo cerca de 3 milhões de pessoas.

José Eduardo dos Santos, presidente executivo da Asgav, elogia o trabalho do Estado em proteger os plantéis comerciais, mas destaca a importância de permanecer alerta e continuar conscientizando os produtores.

O superintendente do SFA/RS, José Cleber Dias de Souza, prevê a realização de mais encontros ao longo do próximo ano para o monitoramento contínuo da doença.

Gripe Aviária no RS

A influenza aviária, conhecida como gripe aviária, é uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente aves silvestres e mamíferos aquáticos. O Estado registra três focos em aberto, localizados em Rio Grande, Santa Vitória do Palmar e Torres, todos em mamíferos aquáticos. Dois focos anteriores, em aves silvestres, já foram encerrados.

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