Doença de Newcastle traz incertezas sobre a rentabilidade das granjas de aves no RS

Produtores rurais de Anta Gorda, onde foi detectado um foco da Doença de Newcastle, enfrentam incertezas sobre a renda. Carlos Sordi, criador de aves na comunidade de Capela São Braz, expressa preocupação com os investimentos e prestações a pagar, agravadas pelo autoembargo às exportações avícolas.
Joelmo Balestrin, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, ressalta que o foco da doença agrava as dificuldades econômicas da região, que ainda se recuperava das chuvas de abril e maio. Anta Gorda, terceira mais afetada por deslizamentos no RS, baseia sua economia na agropecuária, com destaque para suínos, aves, leite, nozes, erva-mate e fumo.
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Francisco Paulo Nunes Lopes, diretor-adjunto do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal do RS, afirma que serão necessários pelo menos 21 dias para considerar o foco encerrado. A desinfecção será seguida por um vazio sanitário de 42 dias, após o qual aves sentinelas serão monitoradas. Confirmada a ausência do vírus, a criação de frangos de corte poderá ser restabelecida.























