O surto de Influenza Aviária em Indiana impacta patos. Descubra os detalhes dos 7 casos confirmados em dezembro
Indiana (EUA) confirma 7 casos de Influenza Aviária em patos em um único dia

A pressão viral sobre a avicultura norte-americana intensificou-se drasticamente na primeira semana de dezembro, com um foco preocupante na cadeia produtiva de patos. O Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal (APHIS) dos Estados Unidos confirmou, apenas no dia 5, a detecção de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em sete plantéis comerciais no estado de Indiana. A ocorrência coordenada atingiu três condados limítrofes na região nordeste do estado: LaGrange, Elkhart e Noble.
A gravidade do surto em Indiana reside na concentração dos casos. No Condado de LaGrange, foram quatro notificações: três em lotes de patos de corte (somando 38.600 aves) e uma em um plantel de 2.900 matrizes (patos reprodutores). O Condado de Elkhart registrou dois focos em patos de corte (totalizando 17.300 aves), enquanto o Condado de Noble confirmou um caso em um lote de 6.500 aves. Com esta nova onda, Indiana atinge a marca crítica de 60 granjas comerciais afetadas pela doença somente em 2025.
Além do Meio-Oeste, a doença continua a impactar outros polos avícolas. Na Carolina do Norte, a confirmação de um caso em 4 de dezembro atingiu um lote de 18.900 matrizes de reposição de perus no Condado de Wayne. Este é o oitavo caso comercial no estado este ano, sendo que a quase totalidade ocorreu nesta mesma região e segmento produtivo. Simultaneamente, no Canadá, a Agência Canadense de Inspeção de Alimentos (CFIA) reportou um novo foco em aves comerciais em Abbotsford, na Colúmbia Britânica, mantendo o alerta sanitário transfronteiriço.
Leia também no Agrimídia:
- •Exportação de frango encosta em US$ 1 bilhão e demanda interna sustenta preços
- •União Europeia suspende carnes do Brasil e Reino Unido teme desvio de oferta
- •Instabilidade no STF paralisa 19 processos cruciais e amplia insegurança jurídica no agro
- •Avicultores do Reino Unido questionam frango brasileiro após veto europeu
Referência: Watt Poultry
























