Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Saúde Única avança como eixo estratégico para a resiliência do planeta no Anuário Avicultura Industrial de 2026

Entenda como Saúde Única se torna fundamental para a saúde do planeta no Anuário Avicultura Industrial de 2026 por Janice Reis

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Saúde Única avança como eixo estratégico para a resiliência do planeta no Anuário Avicultura Industrial de 2026

O artigo “One Health: uma década de avanços na interface entre o planeta, os animais e as pessoas”, publicado no Anuário Avicultura Industrial 2026, e assinado por Janice Reis Ciacci Zanella, pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves, apresenta uma análise aprofundada sobre a consolidação da abordagem de Saúde Única ao longo dos últimos dez anos. O conteúdo contextualiza um período marcado por transformações sanitárias, ambientais e sociais que reforçaram a necessidade de integrar saúde humana, animal, vegetal e ambiental.

Ao longo do texto, são discutidos os principais fatores que impulsionaram essa abordagem, como o avanço das mudanças climáticas, a perda de biodiversidade, a intensificação dos sistemas produtivos, a emergência de zoonoses, a pandemia de covid-19 e o crescimento da resistência aos antimicrobianos. Esses elementos evidenciaram os limites de modelos fragmentados de atuação e fortaleceram a visão da Saúde Única como eixo estratégico de governança global.

O artigo destaca avanços institucionais relevantes, incluindo a consolidação da aliança quadripartite formada por OMS, FAO, OMSA e PNUMA, além da criação de estruturas nacionais de governança, como o Comitê Nacional de Uma Só Saúde no Brasil. Também são abordados os progressos na integração entre ciência, tecnologia e gestão, com ênfase no uso de vigilância genômica, inteligência artificial e sistemas de alerta precoce para prevenção e resposta a riscos sanitários e ambientais.

Outro eixo central do conteúdo é a aplicação prática da Saúde Única, especialmente na vigilância integrada de zoonoses, na sustentabilidade dos sistemas agropecuários, na gestão de eventos climáticos extremos e na formação de profissionais com atuação transdisciplinar. O texto também aponta desafios persistentes, como a fragmentação institucional, limitações de financiamento, dificuldades na mensuração de impactos e a necessidade de maior inclusão social nas políticas públicas.

Por fim, o artigo projeta as perspectivas para a próxima década, indicando que a consolidação da Saúde Única dependerá do fortalecimento da governança, do avanço tecnológico, da integração entre ciência e políticas públicas e da construção de sistemas alimentares mais sustentáveis e resilientes. A abordagem é apresentada como fundamental para enfrentar os desafios do século XXI e promover a resiliência do planeta de forma integrada e duradoura.

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