Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Internacional

EUA perdem 1,1 milhão de aves em janeiro com novos focos em Iowa, Geórgia e Delaware

A avicultura dos EUA enfrenta uma crise em 2026 com a perda de 1.1 milhão de aves. Conheça mais sobre a Influenza Aviária.

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EUA perdem 1,1 milhão de aves em janeiro com novos focos em Iowa, Geórgia e Delaware

A avicultura norte-americana começa 2026 em estado de alerta máximo. O estado de Iowa, maior produtor de ovos dos EUA, confirmou seu primeiro caso de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) do ano. O foco foi identificado em uma propriedade no condado de Kossuth, afetando um plantel misto de 7.000 faisões e 120 galinhas caipiras. Embora seja um lote pequeno, a confirmação em Iowa acende a luz vermelha devido à densidade avícola da região.

No entanto, o cenário nacional é ainda mais preocupante. Dados do APHIS (Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal dos EUA) revelam que, somente nos primeiros 26 dias de janeiro, o vírus H5N1 já atingiu mais de 1,1 milhão de aves.

Os estados de Minnesota e Kansas concentram as maiores perdas, mas a dispersão geográfica do vírus assusta: nesta mesma semana, foram confirmados focos em granjas comerciais de frango de corte em Delaware e, criticamente, em uma unidade de reprodução (matrizes) na Geórgia, o maior estado produtor de frangos do país.

O caso registrado na Geórgia merece atenção redobrada do mercado, pois atingiu uma unidade de reprodução. Diferente do abate de frangos de corte, a perda de um lote de matrizes gera um “efeito cascata” na cadeia produtiva, interrompendo o fornecimento de pintinhos de um dia e criando lacunas de oferta que podem levar meses para serem corrigidas.

Sendo a Geórgia o coração da avicultura de corte americana, qualquer instabilidade sanitária no estado tem potencial imediato para pressionar os preços da carne no atacado e impactar a logística de distribuição nacional.

Além disso, a persistência do vírus pelo quarto ano consecutivo, somando quase 200 milhões de aves abatidas desde 2022, sinaliza uma mudança estrutural no risco sanitário norte-americano.

Especialistas apontam que a Influenza Aviária deixou de ser um evento estritamente sazonal, ligado apenas às rotas migratórias de primavera e outono, para se tornar uma ameaça quase endêmica.

Essa nova realidade obriga os produtores a manterem protocolos de “guerra” em biosseguridade de forma permanente, o que eleva o custo fixo de produção e exige investimentos contínuos para tentar blindar os plantéis comerciais da fauna silvestre.

Desde o início da crise sanitária, os EUA já contabilizam perdas massivas. A recorrência dos surtos sustenta a volatilidade nos preços de ovos e carne de frango, além de manter ativas as barreiras comerciais impostas por importadores.

O USDA reforçou o pedido para isolamento imediato de aves suspeitas e controle rigoroso de acesso às granjas, destacando que a detecção precoce é a única ferramenta capaz de limitar os danos econômicos.

Referência: CNN Brasil

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