Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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ABPA rebate União Europeia e afirma que veto à carne brasileira não tem base sanitária

Entidade sustenta que decisão do bloco europeu está ligada a critérios de fiscalização e defende reconhecimento técnico do sistema brasileiro

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ABPA rebate União Europeia e afirma que veto à carne brasileira não tem base sanitária

A decisão da União Europeia de manter o Brasil fora da lista de países habilitados para determinadas exportações de produtos de origem animal, a partir de setembro, motivou reação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em nota, a entidade afirmou que a medida não está relacionada a problemas sanitários nem ao uso inadequado de antimicrobianos na produção nacional.

Segundo a ABPA, não há qualquer questionamento técnico sobre a qualidade da produção brasileira. A associação destacou que a decisão europeia não decorre de não conformidades ou falhas sanitárias, mas sim de discussões relacionadas aos procedimentos de comprovação e reconhecimento, por parte da União Europeia, dos sistemas oficiais de fiscalização e controle adotados pelo Brasil.

Nesse contexto, a entidade defendeu que exigências sanitárias e regulatórias no comércio internacional sejam fundamentadas em critérios técnicos e científicos. Para a ABPA, regras dessa natureza devem considerar avaliações de risco reconhecidas internacionalmente, além de princípios como transparência regulatória e alinhamento com organismos multilaterais, a exemplo da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), do Codex Alimentarius e dos acordos internacionais de comércio.

Sistema brasileiro é apontado como robusto e confiável

A associação também reforçou a confiança no modelo produtivo nacional, afirmando que o Brasil possui um dos sistemas de controle sanitário e de produção animal mais robustos do mundo. De acordo com a entidade, esse desempenho é resultado da atuação integrada entre o setor produtivo e o Ministério da Agricultura e Pecuária, garantindo padrões elevados de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos.

A ABPA informou ainda que o setor de proteínas animais está atuando em conjunto com o governo brasileiro para prestar esclarecimentos às autoridades europeias. O objetivo é demonstrar a efetividade dos mecanismos nacionais de fiscalização e controle, buscando o reconhecimento por parte do bloco europeu e a retomada das habilitações para exportação.

Fonte: ABPA/Estadão

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