Estudo destaca monitoramento contínuo e uso de sequenciamento genético como pilares da defesa sanitária nacional
Vigilância da influenza aviária no Brasil completa duas décadas e reforça proteção sanitária da avicultura

Um estudo assinado pelo Prof. Dr. Jansen de Araujo analisa mais de 20 anos de vigilância da Influenza Aviária no Brasil e destaca o papel do monitoramento de aves silvestres aliado a tecnologias de sequenciamento genético de nova geração (NGS) na proteção do status sanitário da avicultura nacional.
A pesquisa descreve a complexidade do vírus Influenza A, sua alta capacidade de mutação e recombinação genética, além do risco constante de adaptação entre espécies. O trabalho reforça que a vigilância contínua em aves silvestres, especialmente aquáticas migratórias, tem sido fundamental para antecipar riscos e orientar medidas de biossegurança.
O estudo também destaca a integração entre universidades e órgãos oficiais na construção de estratégias de defesa sanitária, com uso crescente de ferramentas como geolocalização de aves e análise genômica para rastreamento de variantes virais.
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Segundo o autor, esse modelo de vigilância funciona como um sistema de alerta antecipado para a avicultura comercial, reduzindo riscos de introdução de vírus de alta patogenicidade.
Autor
Prof. Dr. Jansen de Araujo, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), com atuação em virologia e vírus emergentes em animais silvestres.
O conteúdo completo pode ser lido na revista Avicultura Industrial nº 1343.























