Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 153,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,13 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.536,73 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,51 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 126,99 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Revista Avicultura Industrial

Vigilância da influenza aviária no Brasil completa duas décadas e reforça proteção sanitária da avicultura

Estudo destaca monitoramento contínuo e uso de sequenciamento genético como pilares da defesa sanitária nacional

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Vigilância da influenza aviária no Brasil completa duas décadas e reforça proteção sanitária da avicultura

Um estudo assinado pelo Prof. Dr. Jansen de Araujo analisa mais de 20 anos de vigilância da Influenza Aviária no Brasil e destaca o papel do monitoramento de aves silvestres aliado a tecnologias de sequenciamento genético de nova geração (NGS) na proteção do status sanitário da avicultura nacional.

A pesquisa descreve a complexidade do vírus Influenza A, sua alta capacidade de mutação e recombinação genética, além do risco constante de adaptação entre espécies. O trabalho reforça que a vigilância contínua em aves silvestres, especialmente aquáticas migratórias, tem sido fundamental para antecipar riscos e orientar medidas de biossegurança.

O estudo também destaca a integração entre universidades e órgãos oficiais na construção de estratégias de defesa sanitária, com uso crescente de ferramentas como geolocalização de aves e análise genômica para rastreamento de variantes virais.

Segundo o autor, esse modelo de vigilância funciona como um sistema de alerta antecipado para a avicultura comercial, reduzindo riscos de introdução de vírus de alta patogenicidade.

Autor

Prof. Dr. Jansen de Araujo, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), com atuação em virologia e vírus emergentes em animais silvestres.

O conteúdo completo pode ser lido na revista Avicultura Industrial nº 1343.

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