Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 62,97 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,65 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 132,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,28 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,70 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,86 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,03 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,16 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 159,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 170,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 178,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 165,76 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.377,38 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.333,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 176,23 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 149,13 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 175,63 / cx
Destaque Todas Páginas
Avicultura

Brasil consolida frente exportadora múltipla em proteína animal diante de riscos sanitários globais

Expansão simultânea das exportações de proteína animal amplia oportunidades, mas reforça a dependência do rigor sanitário para manter mercados estratégicos

Compartilhar essa notícia
Brasil consolida frente exportadora múltipla em proteína animal diante de riscos sanitários globais

O Brasil avança de forma simultânea em diferentes frentes da exportação de proteína animal, combinando valorização de produtos, abertura de mercados e ganhos logísticos, em um movimento que reforça sua presença global. Esse ciclo de expansão, no entanto, ocorre em meio ao aumento dos riscos sanitários internacionais, o que mantém o status sanitário como fator decisivo para a continuidade e ampliação dos negócios.

A valorização da carne de frango no mercado internacional, as negociações para envio de miúdos suínos à China, a simplificação do certificado veterinário internacional eletrônico para a Argentina e o acordo Mercosul-União Europeia como meta estratégica compõem um cenário de expansão que vai além de resultados pontuais.

A convergência dessas iniciativas revela um estágio mais avançado de inserção do país no comércio global de proteínas. Em vez de depender de um único vetor, o Brasil amplia simultaneamente mercados, produtos e rotas logísticas, consolidando uma presença mais diversificada e resiliente.

Esse processo, no entanto, mantém como ponto central o status sanitário nacional. A confirmação de novos casos de gripe aviária em outros países, como o recente registro na Austrália, reforça a sensibilidade do mercado internacional a eventos sanitários. Países importadores exigem certificações rigorosas e a manutenção do reconhecimento de área livre de doenças de alta patogenicidade é condição essencial para preservar contratos e habilitações.

Nesse contexto, a vigilância sanitária, especialmente em aves silvestres, assume papel estratégico. Mais do que uma exigência regulatória, trata-se de um fator determinante para a continuidade do acesso a mercados de alto valor, como Japão, Coreia do Sul e União Europeia.

Outro vetor relevante é a diversificação do portfólio exportador. A ampliação das negociações envolvendo subprodutos, como miúdos suínos, segue uma tendência já observada em outras cadeias. Esse movimento permite aumentar o valor agregado por animal abatido, sem necessariamente ampliar a produção, melhorando a eficiência econômica do setor.

Acordos comerciais

Ao mesmo tempo, o avanço em acordos comerciais e na digitalização de प्रक्रessos sanitários indica uma atuação mais ativa do Brasil na abertura de mercados. A estratégia, porém, depende da continuidade de políticas públicas e do fortalecimento da estrutura de fiscalização, que precisa acompanhar o ritmo da expansão comercial.

A consolidação dessa frente exportadora múltipla, portanto, está diretamente ligada à capacidade do país de manter padrões elevados de biossegurança, rastreabilidade e bem-estar animal. Sem essa base, o crescimento observado pode enfrentar limitações impostas pelo próprio ambiente sanitário internacional.

Fonte: ASGAV, Pig Progress, MAPA, com edição Agrimídia

Assuntos Relacionados
AviculturaboletimAIexportações
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 62,97
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 124,65
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 132,84
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,59
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,28
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,95
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,70
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,86
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,03
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 156,16
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 159,12
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 170,66
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 178,39
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 148,81
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 165,76
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,27
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,28
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.377,38
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.333,74
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 176,23
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 149,13
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 158,12
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 175,63
    cx

Relacionados

SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327