Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 153,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,13 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.536,73 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,51 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 126,99 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Exportação

Exportação de frango do Brasil bate recorde histórico no 1º semestre

Embarques somam 2,93 milhões de toneladas e faturamento chega a US$ 5,7 bilhões de janeiro a junho

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Exportação de frango do Brasil bate recorde histórico no 1º semestre

As exportações brasileiras de carne de frango (somando produtos in natura e processados) fecharam o primeiro semestre com marcas históricas. De acordo com dados consolidados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o país embarcou 482,8 mil toneladas apenas em junho, volume 40,6% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior.

O desempenho logístico foi acompanhado por uma forte valorização financeira. A receita cambial de junho atingiu US$ 985,5 milhões — um avanço expressivo de 54,7% frente ao faturamento do mesmo período de referência anterior.

O melhor primeiro semestre da história da avicultura

O forte ritmo dos embarques em junho consolidou o melhor balanço semestral já registrado pelo setor de proteína animal no Brasil.

Indicadores Acumulados (Janeiro a Junho):

  • Volume total: 2,936 milhões de toneladas (alta de 12,9%);

  • Receita acumulada: US$ 5,700 bilhões (crescimento de 17%).

A forte variação percentual nos relatórios mensais também decorre de uma base comparativa deprimida em relação ao ano passado, período em que o mercado enfrentou barreiras comerciais temporárias por conta de um caso isolado e já superado de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em ave comercial.

Principais destinos e estados líderes

A China manteve a liderança isolada entre os compradores em junho, importando 50,1 mil toneladas da proteína brasileira. Na sequência, aparecem o Japão (46,6 mil toneladas), Emirados Árabes Unidos (46,2 mil toneladas), Arábia Saudita (33,1 mil toneladas) e União Europeia (28 mil toneladas).

No mapa da produção nacional, o Paraná segue na liderança absoluta das exportações, registrando o envio de 199,3 mil toneladas em junho (+48,2%). Santa Catarina ocupou a segunda posição com 103,3 mil toneladas (+35,2%), seguida pelo Rio Grande do Sul, com 56,7 mil toneladas (+40,1%).

Logística e tensões globais superadas

Para Ricardo Santin, presidente da ABPA, a capacidade de o Brasil romper recordes mesmo diante de um cenário geopolítico complexo no Oriente Médio atesta a resiliência sanitária do setor:

“Os resultados foram conquistados em um ambiente marcado pelas tensões geopolíticas e pelos desafios logísticos nas rotas marítimas do Estreito de Ormuz. Mesmo assim, o Brasil ampliou significativamente sua presença em mercados estratégicos e de valor agregado, como Japão, União Europeia, Coreia do Sul e China. Os números reforçam a nossa competitividade e consolidam bases sólidas para mais um ano histórico”, destaca Santin.

Fonte: ABPA, com edição Agrimídia

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