Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Processamento

Na AI 1344: Automação no abate e cortes é motor de eficiência e competitividade

Artigo analisa a evolução dos frigoríficos desde a década de 1970 até a consolidação do Brasil como maior exportador global de carne de frango com auxílio da tecnologia

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Na AI 1344: Automação no abate e cortes é motor de eficiência e competitividade

O Brasil consolidou sua posição como o maior exportador mundial de carne de frango atendendo a mercados globais com exigências rigorosas de segurança do alimento, rastreabilidade e padronização. Esse protagonismo no cenário internacional é fruto direto da contínua evolução tecnológica das plantas industriais, aliada à profissionalização da cadeia e à integração de automação, robótica e inteligência artificial nos abatedouros.

A transformação operacional do setor é evidente quando comparada ao cenário das décadas de 1970 e 1980. Naquele período, a baixa mecanização exigia intenso esforço físico e mantinha as linhas de produção em velocidades reduzidas. Dependente da habilidade manual para o abate e os cortes, o processo enfrentava alta variabilidade na qualidade, perdas produtivas expressivas e desafios constantes para atingir os padrões internacionais.

Com o avanço das tecnologias de precisão, o setor avícola superou gargalos históricos, elevou a velocidade de processamento e garantiu a padronização necessária para conquistar e manter mercados exigentes em todo o mundo.

Leia o artigo completo na edição 1344 da revista Avicultura Industrial

Quer entender detalhadamente os impactos da robótica, da IA e da modernização dos cortes na produtividade do setor? Leia a matéria completa na edição 1344 da revista Avicultura Industrial (fonte: acervo D+ Consultoria) e acompanhe os avanços que moldam o futuro da proteína animal no Brasil.

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