Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Comentário Suinícola

Eva Hunka aborda estresse térmico em suínos no inverno em coluna na SI

 
No inverno, a necessidade de elevar a temperatura tem o objetivo de evitar problemas no consumo e no comportamento dos animais

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Eva Hunka aborda estresse térmico em suínos no inverno em coluna na SI

O Brasil é um país continental, com muita diversidade geográfica, o que dificulta o estabelecimento de procedimentos para controlar a temperatura nas granjas e manter o conforto térmico dos animais.

No inverno, a necessidade de elevar a temperatura tem o objetivo de evitar problemas no consumo e no comportamento dos animais. Nas principais regiões produtoras do país, temos um inverno frio e seco, o que nos traz um outro ponto de atenção que é a sanidade dos lotes, visto que os problemas respiratórios tendem a aparecer com maior frequência e se agravarem.

Os mamíferos conseguem regular a temperatura corporal, porém os suínos criados em confinamento, podem desenvolver um quadro de estresse térmico, pelo fato te terem maior dificuldade nesta regulação. No inverno, temos episódios frequentes de elevações e quedas drásticas de temperatura, com uma grande variação térmica em um único dia, e isso pode desencadear reações fisiológicas e mudanças de comportamento neste animal.

As mudanças de comportamento acontecem nos diferentes setores podem ser um aumento no consumo de ração, animais deitados e amontoados. Junto com isto, aumentam o aparecimento de problemas respiratórios, que, normalmente, são causados por agentes infecciosos de disseminação rápida e encontram condições favoráveis circular na granja. Este tipo de comportamento, que tem a finalidade de manter a temperatura, causa perdas zootécnicas importantes, que são agravadas pelos desafios sanitários, podem gerar quadros de mortalidade e perda de desempenho dos animais.

O controle de doenças respiratórias em granjas de suínos deve ser pautado na biosseguridade, vacinação e bem-estar, muitas vezes sendo necessário fazer uso de tratamento com drogas antimicrobianas. Estas doenças podem ser de origem viral ou bacteriana, e muitas vezes tem sinais clínicos parecidos, porém os tratamentos e medidas de prevenção são diferentes e por isso é muito importante um diagnóstico assertivo, para maior efetividade destas ações.

Os animais confinados, e a densidade de algumas regiões, eleva consideravelmente o risco de infecções, e no inverno as doenças respiratórias certamente o maior desafio, pois os fatores de estresse são ampliados. O manejo correto e uma boa gestão sanitária, com monitoria dos principais agentes, vai ajudar a minimizar os danos e trazer melhores resultados durante este período de maior desafio.

 

 

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