Desde outubro de 2019 já foram publicadas 12 portarias
Debêntures incentivadas de biocombustíveis somam R$ 13,3 bi em investimentos

O Ministério de Minas e Energia -MME publicou, na última sexta-feira (04), no Diário Oficial da União (DOU) três portarias de enquadramento de projetos prioritários no setor de biocombustíveis, visando à emissão de debêntures incentivadas, que totalizam R$ 4,3 bilhões em investimentos.
Desde outubro de 2019, já foram publicadas 12 portarias, sendo que em menos de um ano já somam R$ 13,3 bilhões em investimentos no setor.
Os projetos aprovados destinam-se à renovação de canaviais, o que é fundamental para a ampliação da produção e da oferta interna de etanol.
Leia também no Agrimídia:
- •Comércio duvidoso: Operação remove 2 mil anúncios irregulares e reforça fiscalização no agro digital
- •Crédito rural passa a considerar dados de desmatamento via satélite no Brasil
- •Proagro perde adesão e deixa 116 mil produtores sem cobertura na safra 2024/2025
- •Santa Catarina aposta em crédito de R$ 1 bilhão para expandir cadeias de suínos e aves
A utilização desse mecanismo de debêntures incentivadas para o setor de biocombustíveis somente se tornou viável a partir da perspectiva de crescimento do seu mercado, gerada com a implementação da Política Nacional de Biocombustíveis, o RenovaBio.
A política entrou em operação em dezembro de 2019 e estimula, ainda mais, a competição na oferta interna de combustíveis promovida pela presença dos biocombustíveis, o que tem o potencial de promover a redução dos preços para o consumidor.
Os novos investimentos esperados são apenas o começo de um ciclo virtuoso, iniciado com a definição clara do papel dos biocombustíveis na matriz energética nacional promovida pelo RenovaBio. A evolução do setor de biocombustíveis é uma opção estratégica do Governo Federal
para o desenvolvimento sustentável do País.





















