Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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MME

Debêntures incentivadas de biocombustíveis somam R$ 13,3 bi em investimentos

Desde outubro de 2019 já foram publicadas 12 portarias

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Debêntures incentivadas de biocombustíveis somam R$ 13,3 bi em investimentos

O Ministério de Minas e Energia -MME publicou, na última sexta-feira (04), no Diário Oficial da União (DOU) três portarias de enquadramento de projetos prioritários no setor de biocombustíveis, visando à emissão de debêntures incentivadas, que totalizam R$ 4,3 bilhões em investimentos.

Desde outubro de 2019, já foram publicadas 12 portarias, sendo que em menos de um ano já somam R$ 13,3 bilhões em investimentos no setor.

Os projetos aprovados destinam-se à renovação de canaviais, o que é fundamental para a ampliação da produção e da oferta interna de etanol.

A utilização desse mecanismo de debêntures incentivadas para o setor de biocombustíveis somente se tornou viável a partir da perspectiva de crescimento do seu mercado, gerada com a implementação da Política Nacional de Biocombustíveis, o RenovaBio.

A política entrou em operação em dezembro de 2019 e estimula, ainda mais, a competição na oferta interna de combustíveis promovida pela presença dos biocombustíveis, o que tem o potencial de promover a redução dos preços para o consumidor.

Os novos investimentos esperados são apenas o começo de um ciclo virtuoso, iniciado com a definição clara do papel dos biocombustíveis na matriz energética nacional promovida pelo RenovaBio. A evolução do setor de biocombustíveis é uma opção estratégica do Governo Federal
para o desenvolvimento sustentável do País.

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