Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,88 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,05 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,81 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,57 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,48 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,06 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,49 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 173,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 186,84 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.285,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,51 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,15 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 173,24 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 163,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 182,06 / cx
Biocombustível

Hidrogênio e H-Bio melhorado podem ser o “biocombustível do futuro”, previsto pelo MME

Um dos “biocombustíveis do futuro” pode ser o excedente produzido da energia eólica, na forma de hidrogênio

Hidrogênio e H-Bio melhorado podem ser o “biocombustível do futuro”, previsto pelo MME

Segundo Money Times, o programa para desenvolvimento do “biocombustível do futuro”, que o Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou lançamento para este mês, não deverá passar por nenhuma nova biomassa. Conhecimento e tecnologia o Brasil e o mundo já as possuem, mesmo de carburantes de matérias orgânica vegetal e animal não explorados comercialmente.

Entre os possíveis caminhos, não revelados, dois são os mais prováveis. E nenhum é “bio” 100%.

Um é o e-fuel, a partir do hidrogênio, diz Gonçalo Pereira, coordenador do Laboratório de Genômica e bioEnergia, da Unicamp.

O outro pode ser o “diesel verde”, batizado pela Petrobras (PETR4) como H-Bio, segundo um ex-pesquisador do MME, que pede anonimato por ainda estar no governo.

As duas suspeitas fazem mais sentido porque o ministro Bento Albuquerque reforçou a intenção do Brasil em buscar parcerias externas, como com os Estados Unidos.

Para o e-fuel, a prevalência da tecnologia aplicada está fora do Brasil, especialmente com países que a usam para lançar foguetes, pela dificuldade e grande quantidade energia que precisa ser liberada e dos riscos de armazenamento e transporte por ser mais inflamável – e mais energético – que a gasolina.

O processo começa por retirar o hidrogênio da água, através da hidrolise, que, em combinação com o CO², geram hidrocarbonetos que se te transformam em combustível líquido.

“São excedentes da energia eólica e solar, por exemplo”, explica o professor Pereira, que lembra também da amônia.

Chile e Austrália estão com programas ambiciosos nesta direção.

É energia considerada limpa desde que tirada dessas fontes renováveis, como também pode ser o caso do hidrogênio extraído do gás natural, grande aposta da Alemanha, por exemplo. “Mas não é bio, são cinzas”, reflete ele sobre o ponto de vista do conhecimento científico sobre o processo.

O diesel verde também necessita de avanços e usinas americanas já o produz em boa escala, apesar de a estatal brasileira tê-lo patenteado.

Embora produzido com vegetais, a pretensão da Petrobras é usar uma pequena parcela na formulação, sendo que mais de 90%, portanto, seguirá sendo de derivado de petróleo. E tem sido alvo de críticas do setor de biodiesel, com a Abiove, por entrar como concorrente sem ser totalmente renovável.

Para a fonte de Brasília que acredita ser esta uma das alternativas do “biocombustível do futuro”, o governo pode estar querendo aperfeiçoar o H-Bio, com a experiência americana de já produzir o “diesel verde” com zero de derivado de petróleo.

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