Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Inclusão

Agro e inclusão: projeto fortalece protagonismo feminino e associativismo rural no Ceará

Saiba mais sobre o encontro que valoriza mulheres agricultoras no Ceará, unindo agro e inclusão por meio do associativismo

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Agro e inclusão: projeto fortalece protagonismo feminino e associativismo rural no Ceará

Mulheres agricultoras de Paraipaba e da comunidade indígena Tremembé da Barra do Rio Mundaú, em Itapipoca participaram de um encontro voltado à valorização de saberes no campo, com foco na apresentação dos resultados do estudo “Gênero, território e associativismo rural”. A iniciativa foi conduzida pela Embrapa Agroindústria Tropical, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), no contexto das ações do Projeto Solaris.

Realizado no início de março, em alusão ao Mês da Mulher, o encontro buscou fortalecer a conexão entre ciência, protagonismo feminino, território e práticas tradicionais, promovendo a troca de experiências entre agricultoras e pesquisadoras.

Pesquisa evidencia impacto do associativismo na autonomia feminina

Desenvolvido no âmbito da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), o estudo identificou que o fortalecimento da Associação das Mulheres Agricultoras de Paraipaba está diretamente relacionado ao aumento da visibilidade e ao acesso a oportunidades para as participantes.

Com abordagem antropológica, a pesquisa destaca o papel dos conceitos de território e territorialidade, incorporando a dimensão afetiva como elemento central para compreender o sentimento de pertencimento e a construção coletiva das ações desenvolvidas no campo.

Práticas produtivas reforçam geração de renda e permanência no campo

Entre os principais resultados, destacam-se estratégias cotidianas que contribuem para a autonomia das mulheres, como o uso de quintais produtivos, a organização coletiva para comercialização em feiras e o acesso a políticas públicas de aquisição de alimentos, especialmente voltadas à alimentação escolar.

Essas iniciativas ampliam a geração de renda e reforçam a presença das mulheres no meio rural, consolidando práticas sustentáveis e fortalecendo o papel social das agricultoras nas comunidades.

Associação amplia reconhecimento e organização coletiva

Atualmente, a associação reúne cerca de 40 mulheres, que têm alcançado maior autonomia econômica e reconhecimento social por meio da organização coletiva. O estudo também evidencia que o vínculo com o território e com a própria associação é fator determinante para a coesão do grupo e a continuidade das ações.

Projeto Solaris impulsiona formação e inclusão produtiva

O Projeto Solaris – Mulheres e Meninas na Ciência atua na concessão de bolsas para mulheres e jovens de comunidades agrícolas e indígenas nos vales dos rios Curu e Aracatiaçu. A iniciativa tem como foco a capacitação acadêmica, a transferência de tecnologias sustentáveis e o fortalecimento do desenvolvimento local.

Além da Embrapa, o projeto conta com a parceria da Universidade Federal do Ceará (UFC), da própria Unilab e do Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador e a Trabalhadora (CETRA), além de instituições de ensino da região.

A iniciativa reforça a importância da integração entre pesquisa científica e práticas territoriais, promovendo inclusão produtiva e ampliando o protagonismo feminino no agro brasileiro.

Referência: EMBRAPA

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