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Economia

Emergentes têm melhor percepção de risco

América Latina tem o perfil mais favorável entre os emergentes, com só 3% da dívida vencedo este ano.

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O rebaixamento, ontem, da classificação de risco de crédito do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (EFSF, em inglês) turvou ainda mais a distinção entre economias desenvolvidas e emergentes, avaliam analistas.

Enquanto a pressão aumenta sobre a Europa do Sul, com Portugal e Grécia já relegados à categoria de investimento especulativo e a Grã-Bretanha, fora da zona do euro, parece consciente da precariedade de seu próprio triplo A, a perspectiva nos emergentes tende na outra direção.

A acumulação de reservas internacionais, mais flexibilidade na política monetária e no câmbio, endividamento e déficit moderados, forte crescimento e maior resiliência a choques reforçam o rating de crédito do grupo. Em 2011, houve 18 elevações de rating soberano, incluindo 4 para grau de investimento. Na zona do euro, a Estônia foi o único país que conseguiu melhorar sua nota de crédito.

“Vejo o rebaixamento como parte de um quadro mais amplo de deterioração do crédito soberano do mundo desenvolvido relativo ao mundo emergente”, diz Philip Poole, chefe de estratégia de investimentos do HSBC Global Asset Management. “Ao rebaixar países desenvolvidos e, em alguns casos, elevar países emergentes, as agências estão refletindo essa dinâmica com defasagem.”

Para 2012, o time de análise do Barclays estima que Brasil, Panamá, Turquia e Uruguai subam um nível nas escalas de rating. A Indonésia foi elevada para grau de investimento no fim do ano. Sem surpresa, neste ano títulos soberanos do Egito e da Hungria foram rebaixados e continuam com perspectiva negativa. O rating da África do Sul foi revisado de estável para negativo, e o da Rússia revisado ontem de estável para positivo.

A América Latina tem o perfil mais favorável em termos de papéis soberanos entre os emergentes. Somente 3% do total da dívida vence neste ano, comparado com algo entre 10 e 15% nas outras regiões. Entre 2012 e 2014, a América Latina tem débitos a vencer abaixo de US$ 30 bilhões, comparado a US$ 90 bilhões para Europa do Leste, Oriente Médio e África, e, quase US$ 75 bilhões na Ásia, embora os três tenham mais ou menos o mesmo tamanho de estoque de títulos, de US$ 250 bilhões.

Também o crédito das empresas está positivo. Sobretudo no caso das companhias brasileiras, que na avaliação do Barclays têm o rating mais favorável, o mais alto número de potenciais novas estrelas, o melhor perfil de liquidez, além do menor vínculo comercial e financeiro com a Europa em crise.

Ontem, o EFSF perdeu a nota máxima de classificação de risco de crédito pela Standard & Poor’s , ação que se seguiu ao rebaixamento da França, Áustria e outros europeus na sexta-feira. O rating foi reduzido para ‘AA+’ de ‘AAA’. A agência havia afirmado em 6 de dezembro que a perda do ‘AAA’ por qualquer um dos garantidores do EFSF poderia levar ao rebaixamento do fundo.

“As obrigações do fundo já não são suficientemente sustentadas por seus membros com rating ‘AAA’ pela S&P, ou por títulos ‘AAA’. Não está em vigor um fortalecimento do crédito suficiente para compensar o que vemos como uma qualidade de crédito reduzida dos garantidores”, disse a S&P.

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