Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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MT: Preço mínimo para o milho está reajustado para 2014, mas não cobre custo

Conforme Aprosoja/MT, novo valor equivale a 82% da despesa por saca.

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MT: Preço mínimo para o milho está reajustado para 2014, mas não cobre custo

A Associação de Produtores de Milho e Soja de Mato Grosso (Aprosoja/MT) vai propor uma reanálise, junto ao Ministério da Agricultura, do valor estipulado como preço mínimo para o milho 2014, uma vez que os valores estão defasados em relação à evolução dos custos de produção. Conforme a Associação, considerando o reajuste para a saca do cereal no próximo ano, o preço mínimo equivale a menos de 83% do custo estimado para cada saca.

No início de agosto, o Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou reajuste de 3,8% ao preço mínimo, correspondendo a uma alta de R$ 0,50/sc.

O argumento da entidade é o de que o novo valor não cobre os custos de produção e sendo assim, o preço mínimo não cumpre sua função que é de assegurar o equilíbrio financeiro do produtor. O pedido está embasado no estudo dos números e da projeção para o ciclo 2013/2014. “Esses valores não atendem a necessidade do produtor mato-grossense. De um lado, teremos que investir R$ 16,39 por saca para produzir milho na próxima safra, e por outro teremos um preço mínimo de R$ 13,52 por saca, já com o reajuste”, aponta o presidente, Carlos Favaro.

Ele acrescenta ainda que se o produtor mato-grossense vendesse toda a produção ao preço mínimo estabelecido, teria prejuízo, considerando os custos variáveis, àqueles considerados extremamente necessários, como insumos, operações agrícolas, beneficiamento e armazenagem.

Outro ponto que indigna a Aprosoja/MT é a situação dos municípios mato-grossenses que fazem fronteira com Goiás, que tem preço mínimo de R$ 13,52. “Enquanto seus vizinhos, como os municípios goianos ou sul-mato-grossenses, já têm garantido o patamar mínimo de R$ 17,67 por saca, quando o valor necessário seria de R$ 13,73 para Goiás e R$ 17,36 para Mato Grosso do Sul”, completa.

Segundo metodologia da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), utilizada para calcular o preço mínimo, seria necessário que o preço mínimo do grão fosse de R$ 18,83 por saca para assegurar a produção de milho em Mato Grosso, tomando por base Primavera do Leste (239 quilômetros ao sul de Cuiabá).

“Diante dessa diferença de valores entre regiões próximas, a Aprosoja/MT reivindica sobre a necessidade de se definir valores regionalizados para os preços mínimos, de forma a respeitar a dimensão do Estado e suas peculiaridades regionais. Basta comparar produtores das regiões sul e norte de Mato Grosso. Ao sul, os custos de produção são inferiores aos da porção norte, mas os valores de venda são superiores”.

De acordo com a última projeção do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada no dia 26, Mato Grosso fechou a segunda safra com uma produtividade de 102 sacas por hectare, área plantada de 3,6 milhões de hectares e uma produção que ultrapassou 21,9 milhões de toneladas, a maior da história do milho no Estado.

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