Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Diretor da Andef diz que aprovação de defensivos caminha em ritmo contrário à agricultura no Brasil

A fila nacional para aprovação e registro de um produto é em média de 11,7 anos, considerado um absurdo por todo o setor e uma grande luta da agricultura.

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Enquanto a agricultura brasileira tem crescido a passos largos na última década, a aprovação de produtos de combate a pragas e plantas daninhas tem caminhado no ritmo contrário e decresceu nos últimos anos, segundo analisou Eduardo Doher, diretor executivo da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef).

Durante palestra nesta quarta-feira (20) no XXVIII Congresso Brasileiro de Agronomia (CBA), em Cuiabá, ele apresentou gráficos que mostram esse paradoxo e criticou a burocracia brasileira para aprovação de novas moléculas.

Segundo Doher, hoje a fila nacional para aprovação e registro de um produto é em média de 11,7 anos, considerado um absurdo por todo o setor e uma grande luta da agricultura. “Temos deficiências para combater uma alta incidência de pragas”, disse ele, exemplificando com o ataque inédito e recente da Helicoverpa armígera nas lavouras de todo o país.

Para o controle de pragas na agricultura, ele diz serem necessárias algumas medidas, como a rotação de culturas, manejo integrado de pragas, vazio sanitário, áreas de refúgio e rotação de ingredientes ativos.

“Acontece que o mercado brasileiro não permite a entrada de tantos produtos que sejam suficientes para aplicação correta da rotação de ingredientes ativos”, reclama o diretor da Andef.

Ele ressalta que o uso de defensivos é imprescindível para o bom desenvolvimento agrícola, sobretudo por conta do clima tropical, que aumenta muito a incidência e desenvolvimento de pragas, e de o Brasil, segundo ele, ter uma “barreira sanitária muito porosa”.

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